Concluída a eleição, esquerda e direita devem passar por processos de reorganização de suas forças políticas. À esquerda, o que se espera é que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidere pessoalmente o processo e não repita o “erro” dos últimos quatro anos de não aproveitar o comando do governo central para fortalecer novas lideranças e partidos aliados - não apenas o PT.
A avaliação é que, em caso de derrota no domingo (25), a esquerda só voltaria ao poder em um horizonte de longo prazo, o que não ocorreu por muito pouco. Em relação à direita, o desafio é distinto: aproveitar a fuga de Flávio para os Estados Unidos e abrir caminho a uma liderança que não tenha o sobrenome nem dependa do crivo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Valor