Jake Paul pede liberação de Jon Jones para enfrentar Francis Ngannou

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Fonte da notícia: O Liberal O Liberal

O influenciador e boxeador Jake Paul voltou a movimentar o mundo dos esportes de combate ao recorrer às redes sociais para pressionar Dana White, presidente do UFC, em uma tentativa de viabilizar um aguardado confronto contra o camaronês Francis Ngannou, ex-campeão peso-pesado da organização. A possibilidade de um duelo entre os dois nomes desperta curiosidade entre os fãs e alimenta o debate sobre os limites entre o boxe e o MMA.

Conhecido por provocar adversários publicamente e utilizar as redes sociais como ferramenta para promover suas lutas, Jake Paul tenta transformar a troca de declarações em um caminho para concretizar o confronto. O norte-americano construiu sua trajetória nos esportes de combate apostando em desafios de grande repercussão midiática, frequentemente envolvendo atletas consagrados e nomes conhecidos do público.Do outro lado, Francis Ngannou reúne credenciais expressivas no cenário internacional. O camaronês conquistou o cinturão dos pesos-pesados do UFC e ganhou ainda mais notoriedade ao migrar para o boxe, onde enfrentou o então campeão mundial Tyson Fury em um combate que chamou a atenção do público esportivo.

A questão envolvendo Dana White é um dos principais obstáculos para a construção dessa possível luta. A relação contratual entre os envolvidos, os interesses comerciais e a definição das condições para a realização do evento podem influenciar diretamente o andamento das negociações. Por isso, a pressão pública de Jake Paul surge como uma estratégia para manter o assunto em evidência e estimular uma resposta dos responsáveis.Um eventual embate entre Paul e Ngannou também levantaria questões esportivas importantes. Embora Jake tenha acumulado experiência no boxe profissional, Ngannou possui grande porte físico, potência nos golpes e experiência em confrontos de alto nível. A diferença de características entre os atletas seria um dos principais atrativos de uma disputa que poderia alcançar grande repercussão internacional.

Apesar do interesse que a possibilidade desperta, a realização do confronto dependeria de negociações concretas e de um acordo entre as partes. Até que haja confirmação oficial, o duelo deve ser tratado como uma possibilidade, e não como uma luta definida.

Charles do Bronx ‘abre mão’ do cinturão BMF

Charles do Bronx parece não estar tão apegado ao cinturão BMF. Após recorrer à luta agarrada para dominar Max Holloway no UFC 326 e conquistar o título simbólico de lutador mais durão da organização, o brasileiro passou a ser criticado por fãs que esperavam um confronto marcado exclusivamente pela trocação.Em entrevista ao MMA Fighting, Charles demonstrou insatisfação com as cobranças e indicou que o título talvez não combine com seu estilo. Segundo o brasileiro, se a proposta da disputa for apenas uma troca franca de golpes entre dois lutadores, não faz sentido ele manter o cinturão.

“‘Mas a luta BMF é sobre ir lá e se destruir mutuamente.’ Então, honestamente, irmão, aqui está o cinturão. Leve para outro lugar, esse cinturão não é para mim.”, disse Charles do Bronx.

Mike Malott vence com nocaute cinematográfico no UFC Edmonton

Mike Malott não sentiu o peso da responsabilidade de lutar em casa e conquistou uma das maiores vitórias de sua carreira. Na luta principal do UFC Edmonton, realizado neste sábado (17), no Canadá, o canadense teve uma atuação de destaque diante do perigoso Joaquin Buckley e encerrou o confronto com um nocaute impressionante no segundo round.Com precisão de um verdadeiro atirador de elite, Malott, conhecido como Proper, encontrou o momento certo para conectar os golpes decisivos e derrubar o norte-americano, apelidado de New Mansa. O desfecho contundente coroou uma atuação de alto nível e levou a torcida canadense ao delírio.

A vitória também representa um importante passo para o atleta de 34 anos na divisão dos meio-médios (até 77,1 kg). Diante de um adversário reconhecido pela força física e pelo poder de nocaute, Malott mostrou frieza, eficiência e capacidade de decidir uma luta de alto nível.Com o resultado, o canadense reforça sua posição entre os nomes que merecem atenção na categoria e ganha ainda mais confiança para os próximos desafios no UFC. O desempenho diante de Buckley deixa um recado claro aos demais integrantes da divisão: lutar em casa pode ser uma vantagem, mas foi a precisão de Malott que fez a diferença no octógono.

Larissa Pacheco desabafa sobre futuro: “Mercado se fechou” 

Em outubro de 2025, quando Larissa Pacheco foi liberada pela PFL e se tornou uma ‘agente livre’ no mercado, boa parte dos fãs indicou que seria questão de tempo até a brasileira pintar no UFC. E exatamente um ano após a movimentação, entretanto, a bicampeã da ‘Professional Fighters League’ sequer recebeu uma oferta da principal liga de MMA do mundo. E o aparente desinteresse por parte do Ultimate pegou a striker paraense de surpresa, ao ponto da frustração impactar, inclusive, em seu ânimo quanto ao futuro nos esportes de combate

Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, a atleta de 32 anos admite estar desnorteada no momento, sem saber onde seguirá a carreira no MMA. Mesmo com um currículo que inclui título na PFL e vitória, por exemplo, sobre Kayla Harrison, Pacheco não tem intenção de chegar com status de estrela no UFC. A paraense só faz um honesto apelo por uma oportunidade de reforçar a liga presidida por Dana White. Sem competir nas artes marciais mistas desde 2024, Larissa assinou, nesse meio tempo, com o Karate Combat.

“Não sei mais para onde eu tenho que ir, o que eu tenho que fazer para poder chegar e ter uma oportunidade. Não estou pedindo para lutar pelo cinturão, não estou pedindo para chegar no UFC e lutar contra a Amanda, contra a Kayla. Não estou pedindo por isso. Estou pedindo a oportunidade de mostrar o que eu posso fazer dentro da luta, sabe? De entrega, de tudo. De buscar a melhor luta, o melhor nocaute, a melhor finalização e entregar as guerras que sempre entreguei. Tem sido bem difícil (não lutar MMA). Estar no Karate Combat dá um hype, mas não é a minha área, não é um evento de MMA. Não me coloca onde preciso, onde mereço estar. O mercado se fechou para mim, sei que sou uma atleta de alto nível e com capacidade para estar no UFC ou qualquer outro grande evento. É meio frustrante, fico triste com isso, queria continuar trabalhando, sou muito nova ainda”

Brendson Ribeiro celebra fim da má fase no UFC

O sábado (10) de Brendson Ribeiro no UFC Vegas 122 representou a dualidade extrema entre a vitória e a dor pessoal. Pressionado por quatro reveses consecutivos na organização e vindo de uma semana turbulenta — na qual estourou o limite da divisão dos meio-pesados (93 kg) em cerca de 1,1 kg —, o ‘Gorila’ teve uma atuação irretocável. Com uma guilhotina ajustada ainda no primeiro assalto, o lutador finalizou Felipe Franco e espantou a má fase Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight logo após deixar o octógono, Brendson revelou que o golpe decisivo não foi fruto do acaso. Tratava-se de um ajuste técnico minucioso realizado dias antes da luta.

“Eu treinei essa guilhotina na terça-feira. Eu sempre tive muitas finalizações de guilhotina na minha carreira, mas treinei um ajuste com o Gabriel Checco, aluno do meu mestre Diego Lima, aqui em Las Vegas. Pô, apareceu ali e eu peguei, bicho. Não ia soltar enquanto ele não batesse”, celebrou.

O sábado (10) de Brendson Ribeiro no UFC Vegas 122 representou a dualidade extrema entre a vitória e a dor pessoal. Pressionado por quatro reveses consecutivos na organização e vindo de uma semana turbulenta — na qual estourou o limite da divisão dos meio-pesados (93 kg) em cerca de 1,1 kg —, o ‘Gorila’ teve uma atuação irretocável. Com uma guilhotina ajustada ainda no primeiro assalto, o lutador finalizou Felipe Franco e espantou a má fase.UFC merchandise

Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight logo após deixar o octógono, Brendson revelou que o golpe decisivo não foi fruto do acaso. Tratava-se de um ajuste técnico minucioso realizado dias antes da luta.

“Eu treinei essa guilhotina na terça-feira. Eu sempre tive muitas finalizações de guilhotina na minha carreira, mas treinei um ajuste com o Gabriel Checco, aluno do meu mestre Diego Lima, aqui em Las Vegas. Pô, apareceu ali e eu peguei, bicho. Não ia soltar enquanto ele não batesse”, celebrou. Publicidade

Conhecido por sua transparência, o paraense não fugiu do tema da falha na balança oficial na véspera do show, que resultou na perda de 20% da sua bolsa para o oponente. Brendson justificou o contratempo pelo curto período de preparação.

“Aconteceu porque eu estava na transição de saída do meu antigo time para a Chute Boxe e aceitei a luta com duas semanas para tirar 16 kg. Faltou um pouquinho, 900 gramas. Peço desculpas ao meu adversário e ao time dele. Paguei os 20% da minha bolsa, não me orgulho disso, mas foi a primeira e última vez que deixei de fazer o peso“, afirmou. O drama familiar e o apelo por justiça

Embora a vitória dentro do cage traga alívio financeiro e desportivo após o período mais crítico de sua trajetória no Ultimate, a principal batalha de Brendson acontece fora das artes marciais mistas. Ao final da entrevista, o meio-pesado aproveitou o alcance para fazer um apelo emocionado em relação ao desaparecimento de seu irmão, Eduardo Vinícius Marques Queiroz.

“Eu estou com o irmão desaparecido desde o dia 27 de abril. Se as autoridades do Pará puderem me ajudar a encontrar o meu irmão, eu vou ficar muito agradecido para acabar com o sofrimento da minha família. O Eduardo Vinícius Marques Queiroz desapareceu em Marituba (PA), no bairro Novo Horizonte. Faço esse apelo às autoridades de Marituba e ao Governo do Estado do Pará. Sou atleta do UFC, estou fazendo o que eu posso aqui para que a gente possa dar um enterro digno para ele e acabar com o sofrimento da minha família“,

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