O Halloween saiu da festa infantil e já movimenta R$ 3,7 bilhões no varejo e mobiliza estratégia da Fini, que projeta alta de 9% nas vendas da linha temática em 2026 Hoje é Halloween e a data se consolida como uma das principais sazonalidades do varejo no segundo semestre.
Em 2024, o comércio movimentou mais de R$ 3,7 bilhões no período, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, CNC. A Fini, marca de balas de gelatina e regaliz, projeta alta de 9% nas vendas da linha temática em 2026 e quer associar a marca à data de forma permanente.
“O Halloween já é uma das principais sazonalidades do calendário da Fini e vem ganhando relevância ano após ano. Hoje ele representa aproximadamente 25% do faturamento das inovações do ano e, internamente, acompanhamos o Halloween como uma plataforma de crescimento muito importante para o negócio”, afirma Otávio Pereira, diretor de Trade Marketing para a América Latina da The Fini Company.
Levantamento da Globo de 2025 indicou que 33% dos brasileiros pretendiam comemorar a data, índice que chega a 50% nas classes A e B. Dados do iFood mostram alta de 80% nos pedidos de doces entre 2023 e 2025, com mais de 800 mil pedidos em outubro, puxados por itens baratos e fáceis de compartilhar, como balas e gomas.
A empresa aposta nessa dinâmica de distribuição em festas e condomínios para ampliar a experimentação. Em 2026, a linha inclui o Marshboo Fantasma, o Regaliz Terror Azedinho Extremo e o Tubes Azedinho Extremo, vendidos com a mesma política de preços do portfólio regular, sem sobrepreço.
A antecipação do abastecimento às redes resultou em alta de 29% no número de lojas com os produtos em relação a 2025. “Para 2026, a meta de expansão contempla atingir próximo de 150 mil pontos de venda em todo o país com materiais exclusivos de comunicação e visibilidade da linha sazonal, garantindo uma cobertura das principais redes varejistas”, diz Pereira.
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