Filme em torno de Thomas Mann faz paralelo entre disputas ideológicas na história

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Fonte da notícia: O Globo O Globo

Pawel Pawlikowski tinha 14 anos quando deixou a Varsóvia natal rumo à Europa Ocidental e, depois de breves temporadas na Alemanha e na Suíça, fixou-se em Londres. Ele se formaria em Filosofia e Literatura na vizinha Universidade de Oxford e voltaria para a Polônia já adulto, iniciando-se no audiovisual como documentarista na TV britânica antes de ganhar notoriedade internacional com filmes que exploram as fraturas da História europeia a partir de tramas profundamente humanas, como “Ida” (2013), primeiro longa polonês a ganhar o Oscar de filme internacional, e “Guerra Fria” (2018).

“A terra de meu pai”, em cartaz nos cinemas, fecha uma espécie de trilogia involuntária na qual o cineasta reimagina o impacto político, mental e emocional da divisão ideológica pós-Segunda Guerra. Matéria exclusiva para assinantes.

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Publicação Original O Globo oglobo.globo.com
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