Em meio aos questionamentos frequentes sobre a política fiscal em curso e às dúvidas sobre como será um eventual novo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na economia, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, tem buscado sinalizar nas últimas semanas, em conversas de bastidores no mercado financeiro, que o governo avalia reduzir o ritmo de crescimento do teto de gastos do arcabouço fiscal. O limite, que hoje é de 2,5% acima da inflação, poderia cair para algo entre 1,5% e 2%. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Fazenda sinaliza ao mercado aperto nas regras do arcabouço fiscal após as eleições
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