Falsa Neuropsiquiatra: mulher é indiciada por exercício ilegal da medicina e falsificação em Limeira

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Fonte da notícia: G1 G1

1º Distrito Policial (DP) de Limeira Reprodução/Google Street View

A Polícia Civil indiciou uma mulher por suspeita de exercício ilegal da medicina em Limeira (SP). Entre 2023 e 2025, ela se apresentou como profissional de Neuropsiquiatria, nas funções de médica e psicóloga.

A mulher, que não teve o nome divulgado, fazia atendimentos de pacientes em saúde mental sem ter formação em medicina, nem registro no conselho de classe correspondente, segundo informações do inquérito da Polícia Civil. 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram

A polícia ouviu pessoas que confirmaram ter recebido atendimento da suspeita. De acordo com os depoimentos, a mulher oferecia orientações sobre tratamentos e o uso de medicamentos.

As investigações foram conduzidas pelo 1º Distrito Policial de Limeira. O inquérito teve início a partir do compartilhamento de informações de processo judicial, que incluiu o depoimento prestado em juízo e documento técnico elaborado pela investigada.

Agora no g1 A polícia confirmou ausência de registros ou de formações profissionais da mulher, tanto em medicina quanto em psicologia.

Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, feito em 2025, no local onde os atendimentos eram realizados, os policiais apreenderam documentos, materiais de identificação profissional, aparelhos celulares e medicamentos sujeitos a controle especial. Em defesa à polícia, a investigada negou ter se apresentado como médica ou realizado a prescrição de remédios controlados.

A Polícia Civil apontou ter indícios suficientes de autoria e prova da materialidade, indiciando a investigada nos seguintes crimes previstos no Código Penal Brasileiro: Exercício ilegal da medicina (Art.

282) Falsidade ideológica (Art.

299) Falso testemunho (Art.

342) Manutenção em depósito, para venda, de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais de procedência ignorada (Art.

273, § 1º-B, inciso V) O inquérito policial concluído foi remetido no dia 23 de outubro desde ano para análise e providências do Ministério Público (MP).

A EPTV consultou o MP para confirmar acolhimento do inquérito policial do caso, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e região

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Publicação Original G1 g1.globo.com
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