O Banco Central (BC) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) trabalham, com a participação de registradoras de ativos financeiros, na criação de uma estrutura para registrar e rastrear negociações de precatórios. O objetivo é ampliar o controle sobre a titularidade, as transferências e os riscos desses ativos.
Uma etapa dessa agenda será formalizada em 3 de novembro, com a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre o CNJ, o Colégio Notarial do Brasil e as registradoras B3, Cerc e CIP, que opera sob a marca Núclea, conforme convite ao qual o Valor teve acesso. Matéria exclusiva para assinantes.
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