O desafio chamou a atenção pelas dimensões da aeronave, que praticamente ocupou toda a plataforma do elevador, com o nariz projetado para além da estrutura. Um helicóptero militar de aproximadamente 30 metros de comprimento e 12 toneladas colocou à prova a capacidade operacional de um dos maiores navios de guerra britânicos.
Durante um treinamento de duas semanas, a Marinha Real Britânica e a Força Aérea Real (RAF) realizaram uma operação complexa para embarcar um CH-47 Chinook no porta-aviões HMS Queen Elizabeth. O desafio chamou a atenção pelas dimensões da aeronave, que praticamente ocupou toda a plataforma do elevador, com o nariz projetado para além da estrutura.
Mesmo diante das limitações, a descida até o hangar foi concluída em aproximadamente 60 segundos. O principal obstáculo foi o tamanho da aeronave.
O modelo utilizado, identificado como ZH777, tem cerca de 30 metros de comprimento e pesa aproximadamente 12 toneladas. Durante a operação, o helicóptero precisou ser posicionado cuidadosamente no elevador de aeronaves, que ficou praticamente completamente ocupado.
O nariz ultrapassou a borda da plataforma enquanto os rotores permaneciam estendidos. HMS Queen Elizabeth has arrived in Gibraltar during exercises with RAF Chinooks.
O procedimento exigiu coordenação entre pilotos, marinheiros e especialistas responsáveis pela movimentação das aeronaves. A operação envolveu diferentes etapas para garantir que o Chinook chegasse ao hangar sem comprometer a segurança.
Entre os principais desafios enfrentados pelas equipes estavam: O treinamento Hathi Pol, expressão de origem hindi que pode ser traduzida como “porta do elefante”, reuniu integrantes da Royal Navy e da RAF durante duas semanas.
A atividade contou com helicópteros do Esquadrão 27, baseado em RAF Odiham, em Hampshire. O objetivo foi preparar as equipes para operar os Chinook nos porta-aviões HMS Queen Elizabeth e HMS Prince of Wales.
Durante os exercícios, os participantes também treinaram procedimentos relacionados a: RAF crews lower a 12-tonne Chinook into HMS Queen Elizabeth’s hangar in just 60 seconds.
🚁 RAF and Royal Navy personnel have completed two weeks of training in the Atlantic Ocean to practise operating the heavy-lift helicopters from the aircraft carrier. The exercise, Hathi Pol, brings together an aircraft built mainly for work over land and a ship whose crews must keep it flying at sea.
Getting the Chinook onto the flight deck is only part of that job. Ocean winds batter its rotor blades, while saltwater spray brings the risk of corrosion.
The helicopter lacks the extensive protection built into naval aircraft, including specialised materials, sealed components and treatments designed for repeated exposure to saltwater. Moving it under cover gives engineers somewhere sheltered to carry out maintenance.
But first, the crews have to fit it onto the carrier’s aircraft lift. With its rotors spread, the Chinook measures about 99 feet from end to end, and its nose projects beyond the lift’s edge.
The lift lowers the aircraft to hangar level in a minute, but that short movement depends on RAF and Navy personnel working together around a helicopter the ship’s deck crews do not routinely handle. Below deck, the same size that makes the Chinook useful also makes it awkward to accommodate.
It takes up valuable hangar space, so bringing the aircraft aboard creates work beyond finding somewhere to land. The Chinook’s usual tasks include moving troops, carrying supplies and evacuating casualties.
Training to operate it from either HMS Queen Elizabeth or HMS Prince of Wales prepares the forces to bring that lifting capacity to missions at sea. Those missions can include delivering help after a disaster or evacuating civilians.
For either task, landing a helicopter once is a much smaller achievement than keeping it available for the next flight. Hathi Pol finished with the Chinooks still aboard as HMS Queen Elizabeth reached Gibraltar, the British territory at the southern tip of the Iberian Peninsula.
The carrier is on a 12-week deployment and remains on standby as a command ship for NATO’s Allied Reaction Force. Alongside that command role, the Chinook training develops another practical use for the carrier: a base from which heavy-lift helicopters can work, with the crews and sheltered maintenance space needed to keep them flying.
A capacidade de transportar helicópteros pesados amplia as possibilidades de atuação militar britânica em regiões sem aeroportos seguros ou acessíveis. Segundo a Royal Navy, essa preparação pode ser importante principalmente em duas situações:
Além da capacidade de transporte pesado, as aeronaves podem ampliar o alcance das operações de emergência realizadas a partir de porta-aviões britânicos. Transporte de suprimentos, equipamentos e equipes especializadas para regiões atingidas por desastres, inclusive locais com acesso terrestre limitado.
Retirada de pessoas de áreas de conflito ou emergência, utilizando o porta-aviões como base de apoio para operações de transporte e deslocamento. Não.
O treinamento não significa que os Chinook passarão a integrar permanentemente o grupo aéreo do HMS Queen Elizabeth. A finalidade é garantir que pilotos, técnicos e equipes navais estejam preparados para trabalhar juntos quando uma missão exigir helicópteros de transporte pesado.
A capacidade também foi desenvolvida após trabalhos de manutenção e revisão do porta-aviões em Rosyth e Portsmouth.
O Antogonista