Esquenta Black Friday: 6 sinais de que uma promoção pode ser golpe

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Fonte da notícia: Techtudo Techtudo

O Esquenta Black Friday já começou em diversas lojas online, antecipando as promoções que acontecem na data oficial do evento, em 27 de novembro. Com isso, os consumidores devem ficar atentos aos golpes que circulam durante o período de ofertas.

Preços promocionais falsos em sites de compras, redes sociais, anúncios e mensagens de WhatsApp podem ser usadas por criminosos para roubar dinheiro e dados pessoais. Segundo o Vice-Presidente de Gestão de Riscos e Compliance da Getnet, Alexandre Oliveira, é importante verificar a origem das ofertas, conferir os endereços dos sites e desconfiar de promoções que exigem decisões imediatas.

A seguir, o TechTudo reúne seis sinais de que uma promoção pode ser golpe e explica como identificar possíveis fraudes antes de comprar. 🔎 Quando é a Black Friday 2026? Veja dicas para economizar e evitar golpes

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Lista aponta 6 sinais de que uma promoção pode ser golpe na Black Friday 2026 Reprodução/Freepik

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Índice Preço muito abaixo do mercado

Links de promoção com endereços suspeitos Loja sem informações ou reputação confiável

Pagamento exigido por Pix ou transferência para terceiros Promoções que pressionam o consumidor a comprar imediatamente

Pedidos de dados pessoais fora do processo normal de compra 1.

Preço muito abaixo do mercado Um dos golpes mais comuns na Black Friday são ofertas falsas com preços muito abaixo do mercado, principalmente envolvendo produtos de marcas famosas e itens tecnológicos que costumam ser desejados, como iPhone, entre outros.

Na prática, os golpistas podem usar diversos meios, como anúncios e posts em redes sociais ou mensagens no WhatsApp e SMS, para compartilhar descontos exagerados que podem ser uma isca para pessoas desatentas. Os cibercriminosos usam o interesse das vítimas em adquirir o item e simulam uma oferta absurda, como "90% off", para chamar a atenção durante a Black Friday.

Portanto, caso veja um desconto exagerado, o primeiro passo é desconfiar e realizar alguma forma de verificação. Para isso, é possível usar comparadores e históricos de preços, em plataformas como Zoom e Buscapé, para checar se a oferta é coerente com a variação de preços.

Também é fundamental procurar os canais oficiais da marca para conferir se a promoção é verídica. Exemplo de anúncio falso de óculos da marca Ray-Ban com preço muito abaixo do mercado

TechTudo 2.

Links de promoção com endereços suspeitos Outro sinal de fraude são os links de promoção com URLs suspeitas, ou seja, que imitam lojas conhecidas, mas possuem pequenas alterações no nome do domínio que podem passar despercebidas pelas pessoas, como "amazom.com" em vez de "amazon.com" ou "mercado1livre.com", em vez de "mercadolivre.com".

Esse tipo de link fraudulento costuma ser enviado via WhatsApp, SMS ou redes sociais. Quando as vítimas clicam, geralmente são enviadas para páginas falsas e podem ter credenciais, senhas e dados sensíveis capturados pelos criminosos.

Sendo assim, a dica é verificar com atenção se existe algum erro no link da suposta promoção. Por exemplo, golpistas podem trocar, adicionar ou apagar letras do nome de marcas famosas; inserir números, caracteres especiais e substituir o ".com.br" por terminações desconhecidas.

Exemplo de mensagem com link falso da Chilli Beans no WhatsApp Reprodução/Eduardo Manhães

3. Loja sem informações ou reputação confiável

Mais um indício de fraude na Black Friday são as lojas que não possuem informações básicas, como canais de contato, área de suporte ao cliente, avaliação de outras pessoas ou reputação confiável. É possível realizar a consulta do CNPJ no site da Receita Federal, por exemplo, mas a existência de um CNPJ não necessariamente comprova a legitimidade da loja.

Para conferir a experiência de outros consumidores, a dica é acessar plataformas como o Reclame Aqui para descobrir se existem reclamações e conferir relatos de possíveis problemas. O serviço ainda reúne informações como histórico da reputação, se a empresa é verificada ou não, principais reclamações, canais de atendimento oficiais, como site e redes sociais, entre outras.

Página do Reclame Aqui da Amazon; plataforma é uma maneira de verificar se lojas possuem reputação confiável Reprodução/Reclame Aqui

4. Pagamento exigido por Pix ou transferência para terceiros

Ofertas fraudulentas geralmente possuem inconsistências no momento em que o consumidor vai realizar o pagamento da compra. Em alguns casos, o suposto vendedor aceita apenas determinadas formas de pagamento, como o Pix, que é um mecanismo instantâneo.

Nos golpes, é comum que a vítima seja direcionada a fazer a transferência financeira para uma pessoa física em vez de pessoa jurídica. Por isso, é fundamental verificar com atenção quais são os dados dos beneficiários de um pagamento antes de concluir qualquer compra e conferir se as informações são referentes à loja em questão.

Desconfie de dados bancários diferentes dos da suposta empresa que anunciou a promoção e nunca realize transferências para terceiros. Alexandre Oliveira, VP de Riscos e Compliance da Getnet, também recomenda verificar a origem das ofertas e os dados de pagamento, principalmente quando a promoção chega por canais inesperados.

"Hoje, não basta perguntar se uma imagem ou um vídeo parece verdadeiro. O consumidor também precisa se perguntar de onde aquela informação veio, para onde o link leva e quem está recebendo o pagamento.

São verificações simples, mas que podem fazer uma grande diferença antes de uma compra", explica. Pagamento via Pix e transferências para terceiros são sinais de golpe

Reprodução/Pexels/Banco Central/Editada com IA 5.

Promoções que pressionam o consumidor a comprar imediatamente Os descontos fraudulentos da Black Friday também costumam apresentar mensagens em tom de urgência, visando pressionar as vítimas.

Assim, é comum que os golpistas usem táticas como contagens regressivas e alegações de estoque limitado dos produtos para fazer com que as pessoas comprem imediatamente, como "últimas unidades" ou "oferta termina em cinco minutos". As tentativas de fazer o consumidor agir por impulso são uma forma de impedir que ele verifique a legitimidade da oferta e simplesmente tome a decisão rapidamente.

Neste caso, a maneira mais eficiente para evitar cair em golpes é não agir pela pressão e verificar nos canais oficiais da loja se a promoção é verdadeira. Alexandre Oliveira alerta que criminosos podem usar a tecnologia para tornar essas ofertas mais convincentes.

"A tecnologia também pode ser utilizada por criminosos para tornar um golpe mais convincente. Por isso, mais do que desconfiar de uma oferta muito vantajosa, é importante verificar a origem da comunicação, conferir o endereço do site e evitar tomar uma decisão de compra apenas porque uma promoção parece urgente ou exclusiva", afirma.

Golpistas criam falsas ofertas de Black Friday para pressionar o consumidor a comprar imediatamente Reprodução/Redes Sociais

6. Pedidos de dados pessoais fora do processo normal de compra

Por fim, mais um sinal de oferta falsa na Black Friday é a solicitação de dados pessoais desnecessários em um processo de compra. Dessa forma, a vítima chega à página fraudulenta e encontra pedidos de senhas, códigos de verificação, documentos ou informações bancárias para liberar supostos descontos.

Desconfie de qualquer plataforma, site, aplicativo ou loja que peça informações confidenciais para finalizar uma compra, pois isso é um forte alerta de golpe. Empresas seguras não solicitam esses tipos de dados específicos para liberar ofertas, portanto, nunca envie essas informações para desconhecidos.

Desconfie de pedidos de dados pessoais desnecessários para um processo de compra e evite golpes na Black Friday 2026 Reprodução/Unsplash/FLY:D

Com informações de TechTudo e Getnet Mais do TechTudo

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Publicação Original Techtudo techtudo.com.br
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