Na avaliação do cientista político André Singer, divergências sobre a política econômica dificultam a reedição da frente ampla que assegurou a vitória de Lula em 2022. Enquanto o lulismo propõe aumento do investimento social, setores liberais defendem corte de gastos. À coalização vitoriosa há quatro anos, Singer dá o nome de “Concertación”, emprestado da aliança entre socialistas e democratas cristãos no Chile após a ditadura de Augusto Pinochet. E chama de “Confederação” a frente que unificou o agronegócio, os militares e setores evangélicos sob a liderança bolsonarista (o nome é uma referência ao levante de proprietários contra a abolição da escravidão nos Estados Unidos). Em seu novo livro, “Impasse: o Brasil diante da onda reacionária” (Companhia das Letras), o cientista político investiga a formação das duas coalizações e dá atenção especial às contradições que, na visão dele, desgastaram a frente democrática. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Entrevista: 'Ideologia é importante, mas é a economia que está decidindo a eleição', diz cientista político André Singer
Fonte da notícia:
O Globo
O Globo
Deseja ler a íntegra original na fonte jornalística?
Acessar matéria no site O Globo