A eleição de 2026 não surpreendeu por falta de sinais. Surpreendeu porque o campo democrático viu pesquisas, ruas, métricas e mobilizações como peças separadas, enquanto a extrema direita transformava redes de confiança, território, religião, influência digital e disciplina eleitoral numa mesma arquitetura de poder.
Enquanto nós olhavamos as ruas, eles organizavam a urna
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Brasil 247
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