Polícia inclui lesão corporal em caso de deputado que atingiu Fred Bruno

Polícia inclui lesão corporal em caso de deputado que atingiu Fred Bruno - Foto
Fonte da notícia: Poder 360 Poder 360

A PC-SP (Polícia Civil de São Paulo) incluiu o crime de lesão corporal no boletim de ocorrência que apura o disparo de arma de fogo envolvendo o deputado estadual Marcelo Aguiar (PL-SP) em um bar no Itaim Bibi, bairro da zona sul de São Paulo (SP). A atualização foi feita após a defesa do apresentador Fred Bruno apresentar uma petição à polícia. As informações são do g1. Fred, cujo pé foi atingido de raspão pelo tiro, passou a constar oficialmente como vítima. Ele relatou dores e inchaço no pé e foi encaminhado para exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal.

Na 3ª feira (20.out.2026), o apresentador afirmou em suas redes sociais que acionaria as autoridades sobre o caso: “Vou pegar tudo isso e vou apresentar à delegacia, vou apresentar às autoridades para que todo esse caso seja esclarecido porque um fato desse não pode ser passado impune”. ENTENDA O CASO Marcelo Aguiar foi detido na 2ª feira (19.out.2026) depois de se envolver em uma discussão em uma casa noturna, no Itaim Bibi. Segundo o Metrópoles, Aguiar esteve na manifestação em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) na avenida Paulista antes de ir ao local.  Há duas versões apuradas pelo portal: uma diz que Aguiar sacou a arma e a outra diz que o equipamento caiu e disparou acidentalmente. Segundo o registro policial, ele estava “em estado de exaltação” e apresentava risco à integridade física própria e de terceiros. O político teria se desentendido com clientes. Policiais militares foram acionados e encontraram o congressista na área externa do estabelecimento. A arma, uma pistola calibre 380, foi apreendida para perícia. A polícia informou que não há registro oficial de feridos. O deputado foi levado à delegacia, mas liberado ainda durante a madrugada. Em nota, a Polícia Civil de São Paulo informou que investiga o homem de 53 anos.  O Poder360 questionou a PC-SP e a Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) sobre o ocorrido, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. Este texto será atualizado assim que alguma manifestação for recebida.

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