Em um Brasil que redesenha sua tributação, sobreviver não será apenas uma questão de faturar mais, mas de preservar o resultado de cada operação

Em um Brasil que redesenha sua tributação, sobreviver não será apenas uma questão de faturar mais, mas de preservar o resultado de cada operação - Foto
Fonte da notícia: Globo Globo

Nos próximos anos, decisões que antes pareciam exclusivamente fiscais poderão determinar preços, margens, investimentos e até a viabilidade de determinadas operações. Nesse cenário, benefícios fiscais deixam de ser apenas instrumentos de redução tributária e passam a integrar uma estratégia mais ampla de preservação empresarial.

Existe, porém, uma janela de oportunidade que muitos empresários ainda não perceberam. Determinados incentivos estaduais de ICMS poderão continuar produzindo efeitos até 2032, observadas as regras de transição, os requisitos legais e a redução gradual prevista a partir de 2029.

Para empresas que ainda não utilizam benefícios fiscais, este pode ser um momento decisivo para avaliar oportunidades de enquadramento. Para aquelas que já possuem incentivos, o desafio é diferente: revisar estruturas operacionais, avaliar impactos da reforma, proteger margens e preparar a transição para o novo sistema tributário.

A questão central não é simplesmente pagar menos impostos. É compreender como a tributação influencia o custo da mercadoria, a formação de preços, a logística, o fluxo de caixa e a capacidade de competir.

É nesse contexto que a Incentvix Estratégias Corporativas, liderada por sua CEO, Lucyana Kusma Xavier, especialista em incentivos fiscais estaduais e federais, atua no desenvolvimento de estratégias tributárias e jurídicas voltadas à implantação, expansão e sustentabilidade de operações empresariais.

A atuação envolve identificar oportunidades, estruturar projetos de benefícios fiscais e orientar decisões empresariais diante das transformações legislativas. A reforma tributária não deve ser interpretada apenas como uma mudança na forma de recolher impostos.

Ela representa uma mudança na forma de planejar negócios. Empresas que anteciparem decisões terão mais condições de adaptar suas estruturas, preservar competitividade e enfrentar os desafios da transição.

No novo ambiente econômico, a vantagem competitiva poderá não pertencer à empresa que mais vende, mas àquela que melhor protege o resultado do que vende. Lucyana Kusma Xavier — CEO da Incentvix Estratégias Corporativas | Especialista em Incentivos Fiscais Estaduais e Federais.

Publicação Original Globo valor.globo.com
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