O dólar comercial abriu em queda nesta terça-feira, evitando uma correção mesmo depois de ter despencado mais de 4% ontem, maior queda diária da moeda americana dos últimos oito anos. A perspectiva de vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais estende o apetite por ativos brasileiros, dando nova sustentação à taxa de câmbio doméstica.
Por volta de 9h20, o dólar à vista recuava 0,61%, a R$ 4,9704, ao passo em que o dólar futuro para novembro cedia 0,60%, a R$ 4,9950. Já o euro comercial recuava 0,12%, a R$ 5,6041.
Embora esteja entre os destaques do dia, o real não é a moeda emergente de melhor desempenho desta manhã, ao passo em que o dólar exibe um enfraquecimento generalizado. Assim, é possível que o quadro global também esteja dando suporte ao câmbio doméstico.
No horário mencionado anteriormente, o índice DXY, que mede a força do dólar contra seis divisas pares, recuava 0,36%, a 101,80 pontos. Contra pares do real, a moeda americana recuava 0,72% ante o peso mexicano e 0,93% ante o rand sul-africano.
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