Nem bem terminou a apuração dos votos para Presidente do Brasil, e o “reizinho mandão” (salve, Ruth Rocha!) abandonou o país com sua pasta de dólares de, pelo menos, 6 bilhões, indo viver nababescamente na “terra da liberdade”. A mesma “terra da liberdade” que persegue trabalhadores precarizados, estudantes, imigrantes e universidades, mas que apoia golpes de Estado e genocídios, e que está sempre de braços abertos para receber bandidos e conspiradores de repúblicas democráticas.
O “reizinho mandão júnior” deu o drible da vaca em seus seguidores e se autodeclarou “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Tão patético e ridículo quanto o “reizinho mandão sênior”, Júnior, isolado e ridicularizado, tornou-se piada internacional.
O “reizinho Júnior” chora. Que chore mais, pois, parafraseando a canção, não nos comove o pranto de quem é ruim!
Na sequência da eleição de Lula para seu quarto mandato presidencial, o que temos visto é uma série de ataques violentos àqueles que votaram no candidato do PT, ou seja, em defesa da democracia e da soberania nacional. Entre os inúmeros crimes, registram-se assédio eleitoral, assassinatos, agressões, ameaças de estupro, demissões e perseguições.
Tudo isso levado a cabo por pessoas que se dizem “tementes a Deus, cristãs, defensoras da família e da pátria”. Paradoxalmente, são as mesmas pessoas que defendem a tortura, o racismo, a dor e a morte do outro.
Muitas delas, inclusive, se esbaldam nas orgias, na farra com o dinheiro público e no exercício recorrente do mau-caratismo. Como prova do que está sendo dito aqui, a imprensa brasileira vem registrando todos os dias os absurdos cometidos por obtusos “cidadãos de bem” em pleno exercício da banalidade do mal.
Essas pessoas, registre-se, não são ingênuas, manipuladas ou vítimas. São, na verdade, criminosas, canalhas e fascistas, como assim mesmo se assumiu seu líder na leitura medíocre da sua carta golpista.
Sobre tais questões, vejamos o que nos diz a imprensa: Violência da extrema-direita deixa mortos e feridos pelo país (Carta Capital, 25/10/2026);
Reta final da eleição 2026 é marcada por violência bolsonarista em várias cidades (Brasil de Fato, 26/10/2026); Espancaram quem votou em Lula (Revista Fórum, 27/10/2026);
Governo contabiliza 10 assassinatos de apoiadores de Lula após vitória contra Flávio Bolsonaro (UOL, 28/10/2026); Políticos e influenciadores incentivam demissão e boicote a quem votou em Lula; MPT aponta violações (G1, 28/10/2026);
Bolsonaristas divulgam lista de boicote a empresas e falam em demitir petistas após reeleição de Lula (Folha de S.Paulo, 28/10/2026); Onda de violência bolsonarista atinge eleitores de Lula após derrota de Flávio (ICL Notícias, 28/10/2026);
“Demita!”: trabalhadores petistas são atacados por bolsonaristas nas redes (UOL, 28/10/2026); Professora é afastada após defender violência sexual contra filhos de eleitores de Lula (Brasil 247, 29/10/2026);
Empresa de Fortaleza é acusada de demitir 22 pessoas após eleição; juíza determina reintegração (O Povo, 29/10/2026); AL: Diretora de escola associa petistas a porcos e bandidos e revolta pais (UOL, 29/10/2026);
Polícia Federal investiga onda de violência contra indígenas no Mato Grosso do Sul após eleições (Brasil de Fato, 29/10/2026); MPT vai à Justiça para que Meta apague postagens de assédio eleitoral (Agência Brasil, 29/10/2026).
As manchetes de alguns dos principais veículos de comunicação do país demonstram que há muito a se questionar sobre a tão propalada “polarização política”, tendo em vista que apenas um lado é perseguido, atacado e assassinado. A reeleição do presidente Lula comprovou que o povo brasileiro reconhece a importância de um líder que trabalha pelo povo e pelo país.
Assim, a maioria dos eleitores, inclusive em tradicionais redutos da extrema-direita, compreendeu que o Brasil não pode ser entregue a aventureiros e punguistas de quinta categoria. Ao votar em Luiz Inácio Lula da Silva, o povo brasileiro optou por um futuro de prosperidade, luta e melhorias para todos, mas principalmente para aqueles mais carentes e necessitados.
E isso, caros leitores, incomoda muita gente, mas não passarão! Quem estiver insatisfeito com a democracia, a soberania e os programas de inclusão social, a saída é sempre o aeroporto, seja em avião de carreira ou num jato de um narcotraficante. Já vai tarde!
Brasil 247