A irmã do líder da Coreia do Norte Kim Jong-Un, Kim Yo Jong, disse nesta segunda-feira (19) que o país avalia o envio de armamento tático adicional para fronteira com a Coreia do Sul. Além disso, a ideia seria a retomada de transmissões por alto faltantes. A afirmação foi feita em um comunicado divulgado pela agência estatal KCNA. Ela diz que, atualmente, a situação na fronteira 'está muito instável'. 'Os belicistas das forças armadas da Coreia do Sul estão ameaçando seriamente a segurança de nossos militares, disparando tiros de advertência contra eles com fuzis automáticos e metralhadoras de grosso calibre', disse. A tensão entre os países, que vivem em uma guerra sem conflito desde o armistício em 1953, com uma zona desmilitarizada, aumentaram nos últimos anos após a Coreia do Norte fortificar as fronteiras. Em 5 de outubro, a Coreia do Sul disse que os norte-coreanos mobilizaram sete mil pessoas para instalar minas e cercas após incidentes com mortes perto das fronteiras. No último mês, as minas da Coreia do Norte feriram gravemente dois soldados da Coreia do Sul. Yo Jong diz, do outro lado, que Seul emitiu quase três mil alertas de alto falantes e disparou mais de 200 tiros de advertência nos últimos meses. 'Para lidar com a situação atual, nossa liderança militar está examinando a possibilidade de implantar mais meios de ataque tático ao longo da fronteira sul como medida preventiva e de repressão para lidar com contingências, bem como de retomar as transmissões por alto falantes contra a Coreia do Sul, além de considerar outras medidas necessárias e apropriadas', disse.
Coreia do Norte avalia envio de armamento adicional para próximo da fronteira com Coreia do Sul
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