Construir patrimônio é um processo que atravessa diferentes momentos da vida. Garantir que ele continue alinhado aos objetivos da família e possa atravessar gerações exige também pensar em sua continuidade.
É nesse contexto que o planejamento sucessório se torna parte de uma visão mais ampla sobre a gestão patrimonial. Além da transferência de bens e ativos entre gerações, entram nessa estratégia questões de governança, organização patrimonial e planejamento financeiro, considerando os objetivos da família e a continuidade do patrimônio, buscando preservar o patrimônio conquistado.
As conversas relacionadas ao tema equilibram aspectos como proteção familiar, capacidade de liquidez, disponibilidade de recursos para novos projetos e a formação de carteiras que contemplem os objetivos e interesses de diferentes gerações. Mudanças familiares, patrimoniais e empresariais também podem exigir uma revisão da estratégia ao longo do tempo.
Casamentos, nascimento de filhos, aposentadoria e reorganizações societárias, por exemplo, podem alterar prioridades e estruturas patrimoniais. A definição prévia de critérios e uma comunicação transparente também podem contribuir para reduzir incertezas e
Com o objetivo de oferecer orientações estratégicas , o Itaú Personnalité promove acesso à consultoria de planejamento sucessório através do novo nível 6 do Minhas Vantagens. Disponível para clientes elegíveis, o benefício inclui diagnósticos profundo do contexto de vida, estrutura patrimonial alinhadas aos objetivos de cada cliente, recomendações personalizadas e consultoria para investimentos internacionais.
As frentes de atuação também podem incluir a formação de holdings patrimoniais, com análises de modelos societários, benefícios e gestão de riscos, além da recomendação de apoio jurídico para a elaboração de acordos, instrumentos de doação, inventários e projetos de mudanças de titulares e familiares para o exterior.
prevenir conflitos entre familiares e sucessores. Quatro pontos essenciais na elaboração de planejamentos sucessórios
Diálogo aberto: falar sobre o futuro e a destinação de bens não precisa ser algo desconfortável para as famílias. O planejamento deve ser encarado como um sinônimo de cuidado, respeito mútuo e estabilidade de longo prazo.
Mapeamento inicial: para iniciar o processo com segurança, é essencial realizar um diagnóstico especializado sobre a estrutura patrimonial, incluindo levantamento de bens, disponibilidade de recursos, distribuição de ativos e gestão de riscos futuros. Apoio especializado: a presença de especialistas é fundamental para conduzir processos de maneira técnica e transparente, além de mitigar o risco de conflitos e disputas judiciais..
Visão de longo prazo: planejar a sucessão não significa apenas organizar a herança. Também é uma forma de reduzir incertezas, preservar relações familiares e dar maior previsibilidade à transmissão do patrimônio.
Fonte: Itaú Mudança geracional: um novo panorama de sucessão
Segundo um levantamento realizado pela consultoria Cerulli Associates, até US$ 124 trilhões devem ser repassados de Baby Boomers para millenials e membros da Geração X até 2048. Para alocar esses recursos com eficiência, a pesquisa destaca a importância de criar planejamentos que combinem frentes de proteção de ativos com perfis comportamentais, preferências de investimento e interesses de negócios dos sucessores.
Valor