Como um novo processo de impeachment de Trump poderia alterar a sucessão presidencial nos EUA

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Fonte da notícia: Notícias Veja Notícias Veja

Uma vitória democrata nas eleições legislativas dos Estados Unidos pode abrir caminho para um terceiro processo de impeachment contra Donald Trump. Para o professor de Relações Internacionais Lier Ferreira, o efeito mais direto sobre a sucessão republicana viria se o processo terminasse em destituição: nesse caso, o vice-presidente JD Vance assumiria a Presidência e poderia sair na frente de Marco Rubio na corrida pela indicação do partido (este texto é um resumo do vídeo acima).

A possibilidade foi discutida no Ponto de Vista, programa de VEJA apresentado por Laísa Dall’Agnol, nesta terça-feira, 3. A apresentadora perguntou se uma nova ofensiva no Congresso poderia comprometer os planos de Trump de lançar um sucessor republicano.

O que uma vitória democrata no Congresso mudaria? Ferreira apontou a conquista da Câmara dos Representantes e do Senado como o cenário mais favorável aos democratas.

O controle da Câmara daria ao partido condições de aprovar a acusação contra Trump. No Senado, onde cerca de um terço das cadeiras está em disputa, ocorreria o julgamento.

As polêmicas medidas de Donald Trump Continua após a publicidade

Por que a maioria no Senado não basta para destituir Trump? A Câmara pode aprovar os artigos de impeachment por maioria simples.

A condenação no Senado, porém, exige o voto de dois terços dos senadores presentes. Assim, conquistar as duas Casas facilitaria o avanço do processo, mas uma maioria simples no Senado não garantiria a retirada de Trump do cargo.

Como uma eventual destituição afetaria Vance e Rubio? Ferreira apontou JD Vance e Marco Rubio como os principais nomes republicanos na disputa pela sucessão de Trump.

Se o presidente fosse destituído, Vance assumiria o cargo e passaria a disputar espaço no partido a partir da própria Casa Branca. Rubio, por sua vez, teria de competir com um adversário no exercício da Presidência.

Vance teria, segundo o professor, “todas as chances de largar na frente na corrida presidencial pelo Partido Republicano”. A vantagem descrita por Ferreira dependeria, portanto, do desfecho do julgamento no Senado.

VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Ponto de Vista (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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Publicação Original Notícias Veja veja.abril.com.br
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