A morte de um homem atacado por um tigre siberiano no Yorkshire Wildlife Park, perto de Doncaster, no Reino Unido, mobilizou equipes de emergência e levou ao esvaziamento do zoológico no sábado. O caso é investigado pela Polícia de South Yorkshire, que pediu ao público que não compartilhe imagens do episódio.
Quer ler mais notícias de Mundo? Acompanhe o canal no WhatsApp Quer morar fora? Veja guia interativo do GLOBO que reúne informações sobre 36 países
Nova corrida espacial: EUA, China e Rússia correm para levar reatores nucleares à Lua, mas especialistas alertam para riscos radioativos Como o homem entrou no recinto?
Segundo vídeos que circulam nas redes sociais, o homem teria pedido a uma visitante que tirasse fotos suas com o tigre Altai, de aproximadamente 190 kg, momentos antes do ataque. Testemunhas relataram que ele escalou a cerca e entrou na área reservada ao animal.
As circunstâncias da entrada ainda estão sendo apuradas pelas autoridades. O que aconteceu durante o ataque?
De acordo com relatos de testemunhas, visitantes gritaram na tentativa de distrair o felino, enquanto funcionários do zoológico correram para o local. Os tratadores utilizaram dispositivos acústicos para tentar afastar o animal.
O homem sofreu ferimentos graves. Duas ambulâncias terrestres e uma aérea foram enviadas ao parque, mas a equipe médica não conseguiu salvá-lo.
A polícia informou que a vítima morreu no local e que seus familiares estão recebendo apoio especializado. Comunicado oficial: Zoológico afirma que não sacrificará tigre que matou visitante na Inglaterra: 'Ele está seguro e bem'
O que aconteceu com o tigre? O animal não ficou ferido e permaneceu no recinto.
Segundo a polícia, ele não representa um risco adicional para o público. Altai nasceu no zoológico Dyreparken, na Noruega, e chegou ao Yorkshire Wildlife Park em fevereiro de 2025.
O zoológico foi fechado? Sim.
Após o incidente, o parque foi esvaziado e anunciou o fechamento temporário. Em comunicado, a administração afirmou que está colaborando com as autoridades para esclarecer o ocorrido e que a segurança de visitantes, funcionários e animais é uma prioridade.
O Globo