Há três anos em guerra com o Hamas e mantendo militares posicionados em partes do Líbano, da Síria e nos territórios palestinos, Israel realiza nesta terça-feira uma eleição crucial em sua História recente, com potencial para definir não apenas os rumos do país, mas stambém os de uma agenda projetada sobre todo o Oriente Médio.
Em uma disputa centrada na continuidade ou queda do premier Benjamin Netanyahu, o que fez muitos analistas descreverem o pleito como um "referendo" sobre a liderança do conservador e sua política maximalista de segurança, um novo governo pode só ser viável com o apoio de partidos árabe-israelenses — dando ao voto de palestinos com cidadania israelense um peso estratégico em um momento de extrema tensão entre os povos.
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O Globo