Fake news, desinformação, dissimulação dos fatos e cenas sociais no tempo, pós-verdade: todos estes fatores, por si somente, atraem para próximo do deputado Nikolas Ferreira o Código Penal. Isto é, este moço é um criminoso contumaz.
Contudo, algo curioso acontece que inibe o Governo do PT, com todas as estruturas de investigação nas mãos, até hoje nunca tê-lo inserido nas investigações por meio da Polícia Federal para nos proteger (a sociedade) dos ataques cruéis deste parlamentar. Contudo, hoje venho aqui disposto a clamar do sistema de Justiça deste País outra lei, tão importante quanto a anterior mencionada.
Sim, porque a Democracia é algo sagrado. E se tem uma coisa que Nikolas Ferreira atenta o tempo inteiro é com este princípio fundamental da vida humana e da sociedade.
A lei a que me refiro é o Código Eleitoral brasileiro. E para a sorte da Democracia e do povo, o deputado mineiro e mais 13 deputados que Nikolas elegeu com seus (falsos) três milhões de votos, será cassado antes mesmo da diplomação.
Com qual base jurídica? Segundo os Artigos 222 e 237, da Lei nº 4.737/65, é “também anulável a votação, quando viciada de falsidade, fraude, coação, uso de meios de que trata o Art. 237, ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei”.
Ademais, a mesma lei é taxativa ao impor este comando: “A interferência do poder econômico e o desvio ou abuso do poder de autoridade, em desfavor da liberdade do voto, serão coibidos e punidos”. Nikolas gabaritou os crimes previstos acima.
Mas como? Vamos aos fatos. É impossível, de maneira orgânica, em visualizações genuínas, Nikolas com o atual número de seguidores na internet, ter no somatório bilhões de visualizações em seus vídeos (carregados de crimes) se não fosse o financiamento privado de campanha (proibido no Brasil), patrocinado pelas Big Techs.
Este jovem somente conseguiu os milhões de votos porque teve o impulsionamento proposital (portanto, dinheiro, muito dinheiro) do Vale do Silício na Califórnia. Não se trata de liberdade de expressão, mas do abuso dela para mentir e mentir mais.
Contudo, neste instante, nem mesmo a mentira é o núcleo do pedido de cassação do registro de candidatura e dos votos de Nikolas, mas o recebimento, por baixo dos panos, do dinheiro privado de campanha que se esconde em algo complexo a exigir novo precedente junto ao Tribunal Superior Eleitoral.
Sim, algorítimos são um produto, uma moeda de troca que se transforma, ou por ela é transformada em dinheiro concreto. O patrocínio da Meta, por exemplo, formatado por meio de algorítimos (o mesmo instrumento que gera publicidade para que estas empresas ganhem bilhões de dólares), chegou até Nikolas e o “transformou” no deputado eleito mais votado da história.
Para piorar a situação, com esta falsa vitória eleitoral (morte da Democracia genuína), Nikolas levará para a Câmara dos Deputados treze colegas do Partido Liberal que se somam à bancada da mentira e da perseguição a Lula e que inibem a autenticidade do debate no Parlamento, interditam-no com vídeos de lacração enquanto a população espera por projetos transformadores de suas vidas, de suas necessidades.
Portanto, imediatamente, a Coligação do Lula deve acionar o TSE para cassar Nikolas e redistribuir as cadeiras de deputados do estado de Minas Gerais. Somente isto será a garantia do direito humano essencial denominado “Democracia”.
Brasil 247