Comentarista político americano Isaiah Martin reagiu a publicação de aliado de Trump que afirma que o senador brasileiro chegou aos Estados Unidos sob proteção norte-americana O comentarista político e candidato ao Congresso dos Estados Unidos pelo Texas, Isaiah Martin, defendeu a deportação de Flávio Bolsonaro (PL) do país.
Em publicação no X (antigo Twitter), nesta terça-feira (27), ele afirmou que o senador deveria ser deportado já no primeiro dia. A declaração foi uma reação a uma postagem do advogado mexicano Simón Levy, aliado de Trump, que afirmou que Flávio chegou aos Estados Unidos e estaria sob proteção norte-americana.
“Vamos deportá-lo no primeiro dia. Aliás, deveríamos deixar o Brasil prendê-lo no meio da noite, de helicóptero!”, escreveu Martin.
A referência ao helicóptero remete à operação conduzida por forças americanas que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, em janeiro de 2026. Veja o post abaixo:
We will deport him on day one. As a matter of fact, we should let Brazil grab him in the middle of the night, by helicopter!
— Isaiah Martin (@isaiahrmartin) October 27, 2026 Isaiah R.
Martin é um comentarista político americano conhecido por suas posições contrárias ao movimento MAGA (Make America Great Again), associado a Donald Trump. Ele reúne cerca de 1,24 milhão de seguidores no TikTok, número semelhante ao registrado no Instagram, além de aproximadamente 327 mil inscritos no YouTube.
A projeção de Martin aumentou após sua participação em um debate do canal Jubilee, no qual enfrentou 20 apoiadores do movimento MAGA. De acordo com o jornal britânico The Guardian, vídeos relacionados ao confronto acumularam cerca de 400 milhões de visualizações nas redes sociais.
Em um artigo intitulado “Operação Alba”, publicado na segunda-feira (26), Levy relacionou a suposta saída de Flávio Bolsonaro do Brasil a uma disputa política mais ampla na América Latina. O advogado afirmou que o senador lideraria a oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a partir dos Estados Unidos.
Também mencionou Venezuela, Cuba e México como países envolvidos em uma estratégia de ampliação da influência norte-americana na região. Sobre o Brasil, Levy escreveu que Washington estaria “apertando o Brasil onde mais dói: no bolso”, sem especificar quais medidas poderiam ser adotadas.
O texto, entretanto, não apresenta comprovação independente da existência de uma operação oficial chamada Alba ou da participação do governo Trump na organização da viagem de Flávio. Lidia Gabriella é repórter do ND Mais, no Núcleo Nacional, e acompanha de perto as tendências digitais e os assuntos que mais repercutem no noticiário brasileiro e mundial.
Curiosa e atenta aos temas que movimentam o país, escreve sobre comportamento, entretenimento, ciência, astrologia e assuntos que repercutem nas redes e no cotidiano dos leitores. É jornalista em formação pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e atua na área esde 2022.
Tem experiência em portal de notícias e assessoria de comunicação no Ceart-Udesc. Participou de coberturas de Carnaval, Olimpíadas e das enchentes no Rio Grande do Sul.
Também cobriu as Eleições 2024 pelo ND Mais, focada na produção de matérias factuais sobre o andamento do pleito em diversas cidades do Brasil. Leia mais ▾
ND Mais