Entre as 27 unidades federativas, o estado da Bahia foi o que mais emitiu a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) nos últimos cinco meses, com 4.851.268 novos documentos. A CIN substitui o usual Registro Geral (RG), que poderá ser usado até 2032, e traz o número do CPF como único número de identificação, de acordo com a Lei nº 14.534/2023.
Em um levantamento feito pelo Valor no dia 6 de maio deste ano, Bahia estava na 22ª posição nas emissões, tendo 21,39% da população com o novo documento. Agora, porém, o estado fica no 16º lugar, ao apresentar 32,67% de sua população com a nova identidade, o que representa um aumento de 11,28%.
Na ponta oposta da tabela, o Pará continua sendo o estado com menos emissões, com 5,24% da população com o novo documento no total. Veja os estados que mais emitiram a CIN nos últimos cinco meses:
Estados que mais emitiram a CIN nos últimos cinco meses Já no recorte entre os estados com maior parte da população com o novo documento, o Piauí permanece em primeiro lugar, ao ter 69,16% da população com a CIN, em um total de 2.334.600 emissões.
Solicitação pelo celular Para solicitar a CIN pelo celular, o cidadão deve entrar no órgão estadual responsável pela emissão — o que varia em cada estado — e realizar o agendamento para o atendimento presencial, escolhendo a unidade da solicitação, data e horário.
Para ir à página de agendamento, basta clicar no nome de cada estado: Acre
Alagoas Amapá
Amazonas Bahia
Ceará Distrito Federal
Espírito Santo Goiás
Maranhão Mato Grosso
Mato Grosso do Sul Minas Gerais
Pará Paraíba
Paraná Pernambuco
Piauí Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul
Rondônia Roraima
Santa Catarina São Paulo
Sergipe Tocantins
Atendimento presencial No atendimento presencial, o cidadão deve comparecer com a documentação exigida pelo órgão estadual na solicitação.
Em São Paulo, por exemplo, o agendamento da CIN pode ser feito de forma online e, para o atendimento presencial, é necessário levar certidão impressa (de casamento para casados, divorciados e viúvos, e de nascimento para solteiros), cópia autenticada de documentos e certidão digital.
Em Rondônia e no Distrito Federal, é necessário apresentar certidões (casamento ou nascimento) e qualquer documento original contendo CPF ou espelho da Receita Federal. Para todo o Brasil, a primeira emissão do documento é gratuita.
Já a partir da segunda via é paga, com taxas que variam de acordo com o estado. O novo documento não alterará o tempo de validade, já definido no RG, ou seja, com prazo de 10 anos para quem tem entre 12 e 60 anos.
Menores de 12 têm validade de 5 anos e não há prazo para maiores de 60 anos. *Estagiária sob supervisão de Diogo Max
Valor