Araras vítimas de maus-tratos são resgatadas durante operação policial em Águas Lindas de Goiás

Araras vítimas de maus-tratos são resgatadas durante operação policial em Águas Lindas de Goiás - Foto
Fonte da notícia: Portal6 Portal6

Uma operação conjunta das polícias militares do Distrito Federal e de Goiás terminou com o resgate de cinco aves e a prisão em flagrante de dois homens em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. A ação ocorreu no último dia 15 durante a Operação Eclipse.

Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), os suspeitos anunciavam animais silvestres para venda por meio das redes sociais. Durante as diligências, os policiais localizaram duas araras-canindé e três pássaros da espécie papa-capim.

De acordo com a PMDF, as araras estavam em condições inadequadas de manutenção e cuidados. A corporação classificou a situação como de maus-tratos.

Além disso, a operação contou com integrantes do Grupo Tático Ambiental do Batalhão de Polícia Militar Ambiental do Distrito Federal. Equipes da Polícia Militar de Goiás também participaram da ação.

O compartilhamento de informações entre as corporações ajudou a identificar os suspeitos e os locais onde os animais estavam sendo mantidos. Depois das irregularidades encontradas, os dois envolvidos receberam voz de prisão e foram levados para a Central de Flagrantes de Águas Lindas de Goiás.

No local, a prisão em flagrante foi formalizada. O caso deverá seguir para os procedimentos legais relacionados aos crimes contra a fauna.

Após o resgate, as cinco aves foram encaminhadas ao Hospital Veterinário de Animais Silvestres (HFAUS). Lá, passaram por triagem, avaliação especializada e atendimento veterinário.

Além disso, deverão seguir por um processo de recuperação e reabilitação de acordo com o estado de saúde de cada animal. Até o momento, não foi informado quando as aves poderão ser devolvidas à natureza.

A soltura dependerá da evolução clínica e da avaliação dos profissionais responsáveis. A operação também chama atenção para o uso das redes sociais na comercialização irregular de espécies silvestres.

Segundo as corporações, foi justamente o monitoramento desses anúncios que permitiu chegar aos envolvidos.

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