“Quem não é visto não é lembrado”, diz a máxima popular. A coluna GENTE resolveu dar uma forcinha a alguns nomes que estão no ar na TV aberta, mas que a muito custo o telespectador demora a lembrar o nome do programa ou mesmo a emissora da qual fazem parte.
São a chamada “segunda divisão” de um posto nobre da televisão: com pouca visibilidade nacional, as atrações registram índices muito baixos e dificuldade para encontrar público fiel. A seguir, cinco exemplos difíceis de aturar:
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Lucas Guimarães, do Eita, Lucas!, no SBT. O programa chegou a registrar apenas 1,6 ponto na Grande São Paulo em maio.
Desde entao não se afasta muito dessa marca. Em outubro, surgiram notícias de dificuldades para renovar o projeto em 2027, após a perda de patrocínio.
Lucas traz uma questão interessante: tem milhões de seguidores nas redes sociais, mas encontra dificuldade para converter popularidade digital em audiência televisiva. Darlisson Dutra, do Se Liga, Brasil, no SBT.
O jornalista comanda o matinal, que marcou 1,8 ponto na segunda-feira, 2. É um nome que exemplifica a dificuldade de consolidar novos apresentadores na televisão aberta.
Continua após a publicidade Fernando Fontana, do Bola na Rede, na RedeTV!.
Comanda a atração esportiva que registrou 0,1 ponto na segunda-feira, 2. É um caso bastante representativo de atração com alcance restrito.
Katiuzia Rios, do Brasil do Povo, na RedeTV!. Assumiu o jornalístico depois da saída de Datena.
Na segunda-feira, 2, a atração marcou 0,1 ponto. É uma profissional com trajetória regional, ainda pouco conhecida nacionalmente.
Continua após a publicidade Renato e Cristiane Cardoso, do The Love School, na Record TV.
O programa de relacionamento também aparece entre as atrações de baixa audiência na TV aberta, com 0,4 ponto no começo da semana. As ações de indenização que deram o que falar em 2026
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