Depois de uma década de discussões regulatórias com o Banco Central para ampliar o uso de derivativos e outros instrumentos de crédito no país, o mercado brasileiro de dívida corporativa ganhou uma ferramenta que há muito faz parte do cotidiano da bolsa: a possibilidade de apostar também na queda dos preços.
As primeiras operações de “short selling” de debêntures já foram realizadas, mas bancos, gestores e infraestruturas de mercado ainda se preparam para que o instrumento deixe de ser uma experiência restrita, diante da baixa transparência nos preços dos papéis, e ganhe escala. Matéria exclusiva para assinantes.
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Valor