Presidenciável do Novo lamentou neste domingo, 25, o resultado da eleição presidencial O ex-governador e presidenciável Romeu Zema (Novo) lamentou neste domingo, 25, o resultado da eleição presidencial, que reelegeu Lula (PT) para mais quatro anos de mandato.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Zema afirmou que o petista aplicou um golpe “a la Venezuela” e que a vida do brasileiro “vai continuar estagnada”. “O Lula aplicou um golpe a la Venezuela.
A mesma coisa que seu companheiro e ditador fez lá, prorrogando o prazo da eleição, sindicalistas do PT adesivaram ônibus lá em Salvador. Isso sem falar na quantidade de fake news que foram veiculadas nos últimos meses.
Essa foi a eleição mais alarmista e mentirosa que eu já vi no Brasil. Mas se é pra somar pro lado deles, vale tudo.
Lamento muito. A vida do brasileiro vai continuar estagnada.
Que Deus tenha misericórdia de todos nós”, disse Zema que apoiou Flávio Bolsonaro no segundo turno. Lula foi reeleito com 51,78% dos votos válidos, contra 48,22% de Flávio Bolsonaro.
A votação deste domingo terminou sob forte tensão jurídica e política. Durante a tarde, a campanha de Lula denunciou problemas no transporte público de eleitores, principalmente na Bahia, e pediu ao TSE a extensão do horário de votação.
A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, levou depois a questão ao STF. O ministro Cristiano Zanin acolheu o pedido e determinou a prorrogação da votação até as 19h, horário de Brasília.
A decisão ocorreu quando o horário inicialmente estabelecido para o encerramento, às 17h, já havia chegado em parte do país. O episódio provocou confusão no processo de encerramento do pleito.
O TSE chegou a iniciar a divulgação dos resultados e, às 17h20, interrompeu a totalização dos votos em razão da decisão do Supremo. Zanin posteriormente esclareceu que a ordem deveria ser cumprida nos locais em que as urnas ainda não haviam sido fechadas.
Nas seções já encerradas, os votos poderiam ser computados e totalizados. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, enviou ofício aos Tribunais Regionais Eleitorais orientando que as seções que ainda estivessem abertas permanecessem em funcionamento até as 19h e determinando a adoção das providências necessárias ao cumprimento da decisão.
A mudança provocou forte reação da campanha de Flávio. O coordenador da candidatura, Rogério Marinho (PL-RN), acusou o STF de “intervenção” e falou em risco de “golpe judiciário” ou “chicana administrativa”.
Parlamentares aliados também passaram a questionar a segurança jurídica da eleição.
O Antogonista