Veículo de táxi autônomo, Waymo entrega adolescentes embriagados para a polícia

Veículo de táxi autônomo, Waymo entrega adolescentes embriagados para a polícia

Fonte: Bandeira



A frota de táxis autônomos da Waymo ganhou fama de causar confusão nas vias públicas, desde prender motoristas em engarrafamentos intermináveis ​​até dirigir na contramão.

Já a ausência de supervisão adulta — na figura de um motorista — tem levado a comportamentos desregrados de adolescentes nesses veículos, que vão desde fumar até atos sexuais e grupos pendurados nas janelas de veículos Waymo em movimento.

Mas agora, um veículo da Waymo tomou uma atitude por conta própria: entregou dois jovens de 15 anos que bebiam álcool e disparavam bolinhas de gel (conhecidas como Orbeez) pela janela do carro em movimento, à polícia de San Mateo, nos Estados Unidos, informa o Futurism.

"Pais, vocês sabem onde estão seus filhos adolescentes?", escreveu o departamento de polícia da cidade americana em uma publicação bem-humorada no Facebook.

"A Waymo sabe!"


"Após sermos acionados e o carro parar, conseguimos retirar os dois jovens com segurança e constatamos que eles disparavam Orbeez do veículo enquanto bebiam durante o passeio pela cidade, sendo transportados pelo carro sem motorista", relatou a polícia.

Os adolescentes causaram um grande alvoroço.

Um vídeo mostra policiais fortemente armados e até uma unidade de cães policiais revistando o veículo da Waymo.

Afinal, até mesmo armas de brinquedo "representam perigos reais, especialmente para olhos destreinados", segundo a publicação — uma realidade lamentável para um país que enfrenta enormes dificuldades com o controle de armas.

"O simples manuseio delas pode causar medo em pedestres ou em pessoas que não conseguem ver os objetos com clareza", escreveu o departamento.

Vendo pelo lado positivo, destaca o Futurism, pelo menos os adolescentes não assumiram a direção sob efeito de álcool.

"Bem, o Waymo pode ter sido a ideia mais inteligente até agora, pois dirigir embriagado teria tornado a situação muito pior", diz a publicação.

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