Uma ponte, duas passagens inferiores e 5 km de pistas duplicadas foram entregues em uma rodovia que recebe investimentos de R$ 600 milhões no Rio de Janeiro

Uma ponte, duas passagens inferiores e 5 km de pistas duplicadas foram entregues em uma rodovia que recebe investimentos de R$ 600 milhões no Rio de Janeiro - Foto
Fonte da notícia: O Antogonista O Antogonista

Entre Magé e Manilha, a nova etapa de obras inclui duas passagens inferiores e iluminação inteligente, enquanto novas entregas estão previstas até 2027. Entenda o que muda para os motoristas.

A BR-493 recebeu uma nova etapa de duplicação entre Magé e Manilha em 9 de outubro de 2026. A entrega reuniu cinco quilômetros de pistas ampliadas, ponte sobre o Rio Caceribu e passagens inferiores, com impacto esperado na circulação regional.

No trecho da Magé-Manilha, a entrega incluiu aproximadamente cinco quilômetros de pistas duplicadas e a nova ponte sobre o Rio Caceribu. As melhorias integram um projeto de R$ 600 milhões executado pela concessionária Ecovias Rio Minas.

As intervenções foram liberadas em outubro, quando as obras já ultrapassavam 70% de execução. A nova etapa também contempla duas passagens inferiores e iluminação inteligente, ampliando a infraestrutura disponível aos motoristas que utilizam diariamente esse corredor metropolitano.

A nova ponte sobre o Rio Caceribu foi entregue junto à duplicação de segmentos da rodovia. Sua implantação integra um conjunto de estruturas construídas ou recuperadas para ampliar a capacidade da ligação entre Magé, Manilha e Itaboraí.

Para avançar na duplicação, a Ecovias Rio Minas mantém diferentes frentes de terraplenagem, drenagem e pavimentação. Essas atividades acompanham a construção de pontes, viadutos e passagens em desnível, compondo uma modernização que continua além do trecho recém-liberado.

Abaixo, um vídeo do canal Canal Elias Santos no YouTube relacionado às obras de duplicação da BR-493: As passagens inferiores permitem deslocamentos entre áreas separadas pela rodovia sem exigir travessias no mesmo nível da pista principal.

Localizadas nos quilômetros 6+120 e 6+380, elas fazem parte da estrutura de contenção concluída nesta fase da obra. A implantação dessas ligações busca melhorar o acesso local e organizar os movimentos próximos à pista duplicada.

Para moradores, motoristas e transportadores, a separação dos fluxos representa uma melhoria importante na circulação ao redor do corredor Magé-Manilha. As principais entregas associadas a esse trecho são:

Com mais pistas disponíveis, a duplicação pretende favorecer a fluidez de caminhões e veículos de passeio na BR-493. A iluminação inteligente acrescenta condições de visibilidade, enquanto as vias marginais previstas ajudam a reorganizar acessos ao longo do trajeto.

O projeto prevê monitoramento 24 horas e cobertura de rede 4G, recursos voltados à operação rodoviária e à conectividade. A combinação de infraestrutura física e tecnologia busca fortalecer a segurança e o atendimento à demanda futura do corredor.

Iluminação inteligente, monitoramento contínuo e conectividade ao longo do corredor. Previsão de cobertura em 25 km, com implantação inicial em 15 km.

Acompanhamento das condições da rodovia durante todo o dia. Cobertura de rede para ampliar a comunicação ao longo do trajeto.

Embora o empreendimento tenha superado 70% de execução, ainda existem frentes de pavimentação, drenagem e ampliação de vias marginais. A concessionária também trabalha na construção e recuperação de pontes, viadutos e demais estruturas ao longo da rodovia.

A conclusão está prevista para setembro de 2027, quando o projeto deverá somar cerca de 20 quilômetros de pistas duplicadas. Até lá, a BR-493 seguirá recebendo intervenções destinadas a melhorar a circulação e a infraestrutura entre Magé e Manilha.

Publicação Original O Antogonista oantagonista.com.br
Acessar no site oficial
Compartilhar: WhatsApp Facebook Telegram X
Curadoria e Apuração Editorial QTU Conteúdo jornalístico publicado em conformidade com os nossos Princípios Editoriais e política de transparência.
Conhecer a Redação →