A Comissão Federal de Concorrência e Proteção ao Consumidor da Nigéria (FCCPC, na sigla em inglês) informou que está investigando a saída abrupta da Uber do país da África Ocidental, depois que a plataforma encerrou suas operações na semana passada sem aviso prévio aos usuários. Em disputa com NYT: OpenAI diz que direitos autorais não podem ficar no caminho do progresso A criança não sai do celular? Novo sistema operacional do iPhone terá ‘botão do castigo’ Autoridades da FCCPC estão “analisando a forma como ocorreu a saída da empresa, especialmente em relação aos serviços não prestados aos clientes”, disse o presidente-executivo da FCCPC, Tunji Bello, em uma mensagem de texto. A Uber encerrou seus serviços na Nigéria e em Uganda na quarta-feira como parte de uma revisão global de suas operações que também resultou no corte de 3.300 empregos, ou cerca de 10% de sua força de trabalho. A decisão não foi comunicada antecipadamente aos usuários nigerianos, provocando confusão entre passageiros e motoristas. Procurado, um porta-voz da Uber não respondeu ao pedido de comentário enviado por e-mail neste domingo. Apple Park: como é a sede da Apple e os bastidores do lançamento do iPhone A Uber não apresentou uma razão específica para deixar a Nigéria, país mais populoso da África, com mais de 200 milhões de habitantes, onde a inflação de dois dígitos na última década reduziu o poder de compra e empurrou milhões de pessoas para a pobreza.
A plataforma americana iniciou suas operações em Lagos em 2014, mas desde então outras empresas de transporte por aplicativo foram criadas, entre elas a estoniana Bolt, reduzindo a participação da Uber em um mercado que antes era dominado pela companhia.
O Globo