Trump diz que monitora eleição no Brasil, mas evita apoiar Lula ou Flávio

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Fonte da notícia: Metropoles Metropoles

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, neste domingo (25/10), que está monitorando as eleições presidenciais no Brasil, mas evitou declarar apoio a qualquer um dos candidatos que disputam o segundo turno: o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Não quero entrar nesse assunto, mas estamos monitorando”, declarou a jornalistas. A declaração ocorre em meio a questionamentos de parlamentares democratas sobre a atuação do governo norte-americano no processo eleitoral brasileiro.

Integrantes do Partido Democrata acusaram a administração Trump de exercer pressão sobre instituições do Brasil por meio de medidas econômicas, políticas e diplomáticas e cobraram garantias de que Washington respeitará o resultado das urnas. Antes do primeiro turno, Trump já havia classificado a eleição brasileira como importante.

“O Brasil é um país muito importante, um grande país, as pessoas no Brasil são fantásticas, é uma eleição muito importante”, afirmou na ocasião. O presidente norte-americano também elogiou a rapidez da apuração dos votos e aproveitou o resultado para criticar o sistema eleitoral dos Estados Unidos.

Em outra manifestação, classificou o desempenho de Flávio Bolsonaro no primeiro turno como uma “grande vitória”, mas previu uma disputa acirrada na etapa final. “Acho que vai ser uma eleição muito apertada.

Acho que o Brasil será muito apertado. Bem, é uma grande vitória — apertada, mas uma vitória muito, muito grande.

Impressionante, na verdade”, declarou. Senador Flávio Bolsonaro se encontrou com o presidente Donald Trump em 26 de maio

No início de agosto, um alto funcionário do Departamento de Estado afirmou ao Metrópoles que o governo dos Estados Unidos respeitaria a escolha da população brasileira em “eleições livres e justas”. “Respeitamos o povo brasileiro e qualquer governo que ele escolha livremente por meio de eleições livres e justas no Brasil”, declarou o funcionário, ao assegurar que Washington não pretendia romper as relações com Brasília.

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