A Justiça do Rio de Janeiro negou nesta sexta-feira, dia 6, o pedido de liminar da jogadora de vôlei Tifanny Abreu para disputar a Superliga Feminina 2026/2027. Como se sabe, Tifanny está proibida de disputar o torneio por ser uma atleta trans.
Na decisão, a juíza Flávia Gonçalves Moraes Bruno, da 14ª Vara Cível da Capital, afirmou que, “com base na legislação vigente”, a participação na categoria feminina é “limitada exclusivamente a atletas do sexo biológico feminino”. A decisão mantém os efeitos do julgamento do STJD.
A luta de Tifanny para seguir atuando como jogadora de vôlei vem desde a determinação da Confederação Brasileira de Vôlei de vetar a participação de atletas trans em categorias diferentes a do sexo biológico. A confederação segue regra adotada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Vôlei (FIVB).
O Globo