Tessa Hulls: ‘A relação com minha mãe é a espinha dorsal do livro’
“O corpo da minha avó escapou da China. Sua mente, não. Minha mãe aprendeu a construir sua vida em torno daquela perda”, escreve a autora Tessa Hulls em “Meus fantasmas” (Quadrinhos na Cia.), obra que lhe rendeu o prêmio Pulitzer e o Eisner de melhor HQ autobiográfica no ano passado e tem na avó e na mãe duas de suas protagonistas. O livro venceu o Pulitzer na categoria memórias/autobiografia, reconhecimento raro para uma obra em quadrinhos — até então, apenas o cartunista Art Spiegelman havia sido premiado por uma HQ, com um prêmio especial por “Maus”, em 1992. A outra personagem, claro, é ela mesma, artista, escritora e aventureira: atravessou os EUA sozinha de bicicleta, trabalhou como bartender na Antártida, pintou murais em Gana e organizou clubes do livro no Alasca. Tudo isso, segundo ela, em entrevista ao GLOBO, para fugir das trevas sofridas por sua família: Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
