No curso das investigações sobre o latrocínio de um comerciante de joias, a Polícia Civil de Santa Catarina prendeu o principal suspeito do crime no cumprimento do mandado de prisão temporária. A vítima foi atraída para uma emboscada, em abril deste ano, e foi assassinada numa área de mata. O investigado foi localizado e detido na operação realizada na manhã da última quarta-feira (9), em Palhoça, no estado. Agentes ainda cumpriram três mandados de busca e apreensão contra suspeitos de terem participado da ocultação de provas. Investigação: Laboratório clandestino de cogumelos alucinógenos é encontrado no DF após prisão de motorista de aplicativo Ligação com facção: Granada caseira e armas são apreendidas em ação policial contra facção no norte do Espírito Santo Segundo a Polícia Civil, o crime de latrocínio (roubo seguido de morte), aconteceu em 10 de abril deste ano, quando um comerciante de joias foi vítima de uma emboscada em área de mata do bairro Aririú da Formiga feita por um conhecido do ramo, que não teve a identidade revelada. O comerciante foi identificado como Thiago Fernando Vieira, de 36 anos, segundo a NDTV. De acordo com as investigações, Vieira foi atraído pelo pretexto de realizar uma negociação de ouro e joias, proposta que era falsa. Os dois foram juntos na motocicleta da vítima até uma trilha localizada no bairro Aririú da Formiga. Na garupa do veículo, o homem surpreendeu Vieira, efetuando um disparo de arma de fogo pelas suas costas. À frente das investigações, o delegado Marcus Fraile, da Delegacia de Investigações Criminais (DIC) de Palhoça, disse que após o disparo a vítima ainda teria reagido, o que teria dado início a um série de agressões, incluindo o uso de um dos capacetes para atingir sua cabeça. O corpo foi encontrado no local dia seguinte, com marcas de violência, informou o agente à NDTV. ‘Não aguento mais’: Mulher mantida em cárcere privado na Bahia pede que filho de 7 anos entregue bilhete de socorro à professora Sequência de crimes: Suspeitos assaltam e ameaçam de morte motorista de aplicativo, fogem com carro, capotam e são presos no ES Após o homicídio, o suspeito usou a motocicleta da vítima para ir até a residência de conhecidos, onde deixou o veículo, ainda ensangüentado. Em seguida, contou com o auxílio direto de três pessoas que, mesmo cientes do desaparecimento do comerciante, já em divulgações nas redes sociais, e dos fortes indícios de sua participação no crime, colaboraram, ativamente, para ocultar as provas, destacou a Polícia Civil. As investigações apontaram que esses cúmplices se envolveram na guarda temporária da motocicleta em um imóvel e na lavagem do veículo para remoção dos vestígios de sangue. Posteriormente, a moto foi desmontada parcial, com a retirada da roda dianteira, para o transporte em um automóvel até a região do Rio da Madre, onde foi abandonada local ermo. Essa organização teve com o objetivo de ocultar o delito e dificultar a ação policial. A investigação permitiu reconstruir a dinâmica dos fatos e identificar todos os envolvidos.sParticiparam da operação policiais da DIC de Palhoça, da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), do Núcleo de Inteligência da Guarda Municipal de São José (NUINT), da ROMU da Guarda Municipal de São José, do 7º Batalhão da Polícia Militar e do 16º Batalhão da Polícia Militar.
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Suspeito de atrair comerciante de joias para emboscada é preso por latrocínio em Palhoça (SC)
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