O técnico Gilmar Dal Pozzo não é mais técnico no Sport Club do Recife. A informação foi divulgada pelo clube neste domingo (6), após a derrota por 2 a 1 do time pernambucano para o Ceará, no sábado (5).
“O Sport Club do Recife comunica que o técnico Gilmar Dal Pozzo e o seu auxiliar, Emerson Nunes, não exercem mais as suas respectivas funções no futebol rubro-negro”, diz a nota oficial.
Ver essa foto no Instagram
Um post compartilhado por Sport Club do Recife (@sportrecife)
Ainda no comunicado, a diretoria do Sport agradece “aos profissionais pelos serviços prestados e pelo comprometimento demonstrado durante o período em que estiveram à frente do elenco leonino, além de sucesso na continuidade da carreira”.
Dal Pozzo foi anunciado como técnico do Sport em 30 de junho deste ano, e deixa o clube menos de três meses depois.
@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@
Derrota para o Ceará No clássico nordestino, o Sport visitou o Ceará no Castelão e foi derrotado por 2 a 1 no sábado (5), em jogo válido pela 26ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.
Diante de alguns tabus, o Leão da Ilha chegou a Fortaleza pressionado. Sem vencer o Ceará fora de casa desde 2004, a equipe enfrentou um nome bastante conhecido pelos torcedores, Daniel Paulista. O treinador já esteve à frente do Rubro-Negro em quatro oportunidades e possui grande retrospecto como adversário, derrotado somente uma vez.
Depois do jogo, Gilmar Dal Pozzo destacou o controle da equipe e as oportunidades criadas, mas reconheceu que faltou eficiência no momento da definição.
“Foi um jogo até os 27 do segundo tempo em que o Sport foi melhor. Depois, lógico que mudou. O Ceará fez o gol e passou a jogar no contra-ataque. Mas o primeiro tempo foi um primeiro tempo do Sport, jogo controlado, circulando a bola, criando várias oportunidades de gol, errando pouco na defesa. Teve só uma finalização do Sávio, lateral-esquerdo do Ceará, mas, de resto, nós controlamos o jogo”, analisou.
“Em todas as fases do campo, a gente teve sucesso, principalmente da primeira para a segunda, e da segunda para a terceira. Criamos inúmeras oportunidades com finalização de média e longa distância. Eu lembro do Diego, que teve três situações passando próximo do gol, e a gente não teve a calma para fazer a melhor escolha no último terço naquele momento, para ser efetivo, de tomar a melhor decisão na hora de finalizar ou de encontrar um bom passe para o companheiro”, afirmou.
Folha de Pernambuco