Deputado cita queda de 43,5% nas vagas ante 2025 e diz que juros não explicam sozinho a desaceleração das contratações O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), criticou nesta quinta-feira, 5, o governo Lula após a divulgação dos dados do Novo Caged de setembro.
O Brasil criou 121,3 mil empregos com carteira assinada no mês, pior resultado para setembro desde 2020 e 43,5% abaixo do registrado no mesmo período de 2025. Sóstenes reagiu aos números pelo X.
“O pior setembro de empregos desde a pandemia e sem pandemia nenhuma. O Caged de setembro de 2026 saiu: só 121 mil vagas formais criadas.
O pior setembro desde 2020, quando o Brasil ainda estava no auge da pandemia e fechou o mês com quase 300 mil postos. Sem lockdown.
Sem isolamento forçado. Sem aeroportos fechados.
Sem comércio proibido de funcionar”, escreveu. “E mesmo assim o governo Lula/PT conseguiu um resultado pior do que o ano em que o mundo parou.
Em setembro de 2025 foram 214 mil vagas. Em 2026 caíram para 121 mil queda de 43%.
No acumulado do ano, 1,25 milhão de vagas, o pior desde o auge da pandemia. Consultorias já rebaixaram a projeção do ano para menos de 1 milhão de empregos formais”.
Para o parlamentar, os juros não explicam sozinho a desaceleração das contratações. “O ministro Luiz Marinho culpa os juros.
Sempre a mesma desculpa. Enquanto isso, a agropecuária fechou vagas, o comércio não decola para o fim de ano e a desaceleração se espalha.
Quatro anos de governo e o mercado de trabalho formal está mais fraco do que quando o país enfrentava a maior crise sanitária da história recente”, pontuou. “A família brasileira que precisa de emprego com carteira assinada está pagando o preço da gestão irresponsável, do gasto sem freio e da ideologia que prioriza narrativa em vez de resultado.
Enquanto a esquerda governa, o trabalhador perde”. No período de janeiro a setembro, foi registrada queda de 27,9% no acumulado de vagas formais: foram 1.248.914 nos primeiros nove meses deste ano, antes 1.731.398 do mesmo período em 2025.
O Antogonista