Enquanto esteve à frente da prefeitura de Belford Roxo (RJ), Márcio Canella (União Brasil) firmou contratos com ao menos cinco empresas citadas pela Polícia Federal (PF) no inquérito que apura um esquema de lavagem de dinheiro do crime organizado. Desde 2025, sua gestão já desembolsou R$ 28,9 milhões a essas empresas, conforme levantamento da equipe da coluna.
Canella foi preso pela PF no dia 15 de outubro, logo após o primeiro turno das eleições, quando se tornou o segundo deputado estadual mais votado do Rio de Janeiro. Matéria exclusiva para assinantes.
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O Globo