A Prefeitura de São José foi procurada e informou que ainda não vai se pronunciar; os suspeitos são investigados por corrupção ativa, corrupção passiva e associação criminosa Resumo e áudio gerados por inteligência artificial a partir do texto desta matéria.
Servidores públicos da Prefeitura de São José, na Grande Florianópolis, são investigados por suspeita de participação em um esquema de corrupção e favorecimento de interesses particulares na concessão de alvarás e liberação de obras. A Polícia Civil deflagrou, nesta sexta-feira (6), a segunda fase da Operação Alvará II, com o cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão em São José, Florianópolis e Palhoça.
A Prefeitura de São José foi procurada e informou que ainda não vai se pronunciar. A ação mobilizou 30 policiais da DECOR (Delegacia de Combate à Corrupção), da DEIC (Diretoria Estadual de Investigações Criminais), com apoio da Polícia Científica.
Durante as buscas, foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos relacionados à investigação. Segundo a Polícia Civil, o inquérito apura a possível atuação conjunta de servidores municipais e particulares para interferir irregularmente em procedimentos administrativos.
Entre os crimes investigados estão a concessão de alvarás, a fiscalização de estabelecimentos e a liberação de obras que estavam embargadas. De acordo com os elementos reunidos pela investigação, um dos suspeitos seria o principal articulador do esquema.
Ele teria intermediado interesses privados em diferentes setores da administração municipal, mantendo contato com servidores para obter informações privilegiadas, acelerar processos e conseguir decisões favoráveis a particulares. A Polícia Civil também investiga se os servidores recebiam dinheiro para viabilizar as vantagens.
Nesta segunda fase, o objetivo é esclarecer a participação individual de cada investigado e reunir novas provas sobre as irregularidades. Os suspeitos são investigados por corrupção ativa, corrupção passiva e associação criminosa.
A polícia ainda acredita que mais infrações podem ser identificadas durante o andamento do inquérito. Os equipamentos eletrônicos apreendidos serão encaminhados à Polícia Científica para extração de dados e o material será analisado posteriormente pelos investigadores.
De acordo com a polícia, o nome da operação faz referência às licenças de construção, documentos que estão no centro das suspeitas. Gabrielle Tavares atua como repórter do portal ND Mais, onde escreve sobre os assuntos que dominam o noticiário de Santa Catarina, cobrindo segurança pública, cotidiano, política, economia, saúde e mais.
Além de produzir textos, é repórter multimídia e participa de conteúdos em vídeo publicados nas redes sociais. Jornalista desde 2020, é formada pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e tem experiência em portais de notícias, TV e redações multimídia.
Cursa pós-graduação em Direito Penal e Criminologia na PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul) e venceu o Prêmio Mário Petrelli de Jornalismo 2025 e o Prêmio Sistema Famasul de Jornalismo 2019. Atuou na cobertura eleitoral de 2022, reportando diretamente de colégios eleitorais e entrevistando eleitores e candidatos.
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