Phantom Blade Zero é uma das melhores aventuras lançadas em 2026. O novo jogo da S-GAME chega no final de outubro para PlayStation 5 (PS5) e PC, e combina elementos de RPG de ação, hack and slash e outros gêneros para construir uma experiência centrada em combates rápidos, armas variadas e chefes com mecânicas surpreendentes.
O combate é o principal destaque, mas ganha força uma ótima exploração e história muito bem escrita, e que ganha ainda mais importância conforme novas áreas e possibilidades de progressão são descobertas. Esqueça a ideia de soulslike: a proposta é conhecer melhor o KungFuPunk, uma identidade que homenageia a tradição milenar das artes marciais chinesas e a mistura com a fantasia sombria e a cultura pop global.
Outro destaque é o preço de lançamento, de R$ 229,90, bastante atrativo para o padrão brasileiro. O valor competitivo é fruto de um trabalho de localização, que adapta também o idioma para nós, brasileiros.
O TechTudo teve a oportunidade de testar o game completo no PS5 Pro antes de seu lançamento e conta, a seguir, as principais impressões sobre Phantom Blade Zero. Confira!
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Review Phantom Blade Zero Arte/TechTudo
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Phantom Blade Zero vale a pena? Phantom Blade Zero reúne algumas das qualidades mais importantes de um grande jogo de ação, como combate responsivo, chefes criativos, armas variadas e uma exploração que recompensa quem se dispõe a olhar além do caminho principal.
A história também ganha força conforme a aventura avança, ajudando a sustentar o interesse e a conectar os diferentes sistemas. O maior acerto está justamente no equilíbrio entre esses elementos.
O jogo não depende só de lutas visualmente impressionantes, porque a progressão e a exploração dão motivos para continuar jogando. Da mesma forma, os cenários e as missões secundárias não parecem atividades isoladas, já que contribuem para a jornada de Soul e ampliam as possibilidades de combate.
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Phantom Blade Zero Victor Bastos/TechTudo
A variedade de armas e o modo 66 Days ainda indicam um potencial significativo para quem pretende voltar à campanha e experimentar novas abordagens. A localização em português brasileiro também é um mérito, mesmo com algumas inconsistências pontuais.
A principal ressalva fica para o desempenho no PS5 Pro com qualidade gráfica máxima e Ray Tracing ativado. As quedas de quadros comprometem uma experiência que depende de precisão e fluidez.
Por isso, acabei precisando recorrer ao modo de desempenho para jogar com mais conforto. Ainda assim, Phantom Blade Zero se destaca como uma experiência de ação marcante.
O combate é excelente, a exploração tem propósito e a história ajuda a dar significado à jornada. Quando esses três pilares funcionam em conjunto, o jogo mostra por que tem potencial para se firmar entre os grandes lançamentos de 2026.
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Combate é o que mais impressiona em Phantom Blade Zero Se existe um elemento que define Phantom Blade Zero, é o combate.
Ele é rápido, fluido e responsivo, dando a sensação de que você está aprendendo constantemente a lutar com Soul. Conforme a campanha avança, fica mais fácil compreender as possibilidades de cada arma, identificar aberturas nos adversários e encadear golpes de maneira natural.
Para mim, a movimentação é o principal fator que diferencia o jogo de outros títulos de ação. Soul corre, escala, salta e contorce o corpo em movimentos acrobáticos que remetem às artes marciais chinesas.
Nas lutas, as animações exageradas fazem parecer que cada confronto foi coreografado. Mesmo assim, o espetáculo não fica só na tela, e você continua no controle o tempo todo, com comandos que respondem na hora.
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2 é presente para fãs da saga Phantom Blade Zero
Victor Bastos/TechTudo Essa combinação importa porque animações bonitas, por si só, não sustentariam a experiência.
Em jogos que exigem precisão, movimentos impressionantes viram problema quando atrapalham a leitura dos golpes ou o tempo de resposta. Aqui, a sensação de controle é um dos motivos pelos quais as batalhas são tão divertidas.
Essa é a beleza do tão prometido KungFuPunk. As raízes na cultura chinesa são claras, mas cada batalha ganha elementos ainda mais legais quando somadas à contemporaneidade do movimento punk.
Isso fica evidente na trilha sonora das lutas, que é excelente. O arsenal é outro ponto a ser aclamado.
São mais de 30 armas principais e 25 armas secundárias, chamadas de armas fantasmas. E a variedade vai além do número, já que cada arma muda a forma de encarar os inimigos, com movimentos, alcances e possibilidades próprios.
Uma nova arma não representa só uma mudança estética, mas um conjunto de movimentos que exige adaptação, e isso mantém o combate interessante durante toda a campanha. 007 First Light entrega o jogo de James Bond certo na hora certa
Crimson Desert tem história fraca, mas acerta no que se propõe Phantom Blade Zero
Victor Bastos/TechTudo Uma das ideias mais legais é poder seguir com uma arma aparentemente simples até o fim da aventura.
A espada de madeira do início, por exemplo, causa menos dano, mas pode ser aprimorada e usada até os créditos. A proposta valoriza o domínio das mecânicas e a habilidade do jogador, em vez de depender só da corrida por equipamentos cada vez mais fortes.
Isso não quer dizer que todas as armas funcionem do mesmo jeito. Espadas mais longas e mais curtas têm vantagens diferentes, e descobrir a que combina com o seu estilo faz parte da progressão.
Uma das mais curiosas que testei muda por completo a movimentação de Soul, que passa a lutar como um mestre bêbado, balançando o corpo, girando a espada e atacando com ritmo e alcance diferentes. É um bom exemplo de como o jogo se preocupa em dar personalidade aos equipamentos.
Em vez de apenas aumentar o dano ou adicionar um efeito elemental, certas armas transformam a maneira de jogar, o que incentiva a experimentação e abre espaço para soluções diferentes em um mesmo confronto. As armas fantasmas dão ainda mais dinâmica ao game, e a equipe encontrou um equilíbrio interessante para que elas não se tornassem exageradas.
Cada uso consome um orbe, limitados por batalha, então é preciso escolher bem o momento de usar. Um dos principais é o machado desbloqueado logo no início, que permite quebrar inimigos com escudos, para mim o tipo de oponente mais irritante.
Os combos, animações e habilidades das armas comuns e fantasmas podem ser aprimorados conforme a evolução delas. Divididas por níveis, é possível elevar um equipamento até o level 25, desbloqueando seus diferenciais a partir do nível 5.
Se uma arma melhor surgir pelo caminho, dá para redefinir e recuperar o material gasto nas melhorias em um clique. Curti esse ponto, já que ele convida o jogador a experimentar todo o arsenal.
Sistema de combate exige atenção e domínio das armas A variedade de golpes e armas não significa que dá para atacar sem pensar.
Aqui, o que vence batalhas é ter um sistema defensivo sólido, que exige atenção aos movimentos dos inimigos e ao gerenciamento da barra de Sha-Chi, que fica abaixo da vida de Soul. Ao manter o botão de defesa pressionado, o protagonista consegue bloquear ataques comuns, mas a ação consome Sha-Chi.
Quando a energia se esgota, a guarda de Soul é quebrada e ele fica vulnerável a receber dano. O mesmo vale para os inimigos, já que pressioná-los desgasta a barra deles e abre espaço para punições.
Phantom Blade Zero Divulgação/S-GAME
É nesse contexto que a troca de armas ganha importância. Além de modificar os movimentos disponíveis, ela permite recuperar o Sha-Chi de Soul, respeitando um tempo de recarga.
Em confrontos mais difíceis, alternar o arsenal deixa de ser uma questão de preferência e passa a fazer parte da estratégia para sobreviver. Além disso, nem todos os golpes podem ser bloqueados do mesmo jeito.
Alguns exigem um parry no momento exato, enquanto outros precisam ser evitados com esquivas. Você precisa observar os padrões de ataque, reconhecer as aberturas e decidir quando é melhor defender, contra-atacar ou trocar de equipamento.
Claro, existe uma sinalização em cores, em que o ataque vermelho indica esquiva e o azul indica parry. Phantom Blade Zero
Victor Bastos/TechTudo Digo isso como alguém que jogou na dificuldade média, a qual achei adequada para ter uma combinação interessante entre progressão e desafio.
Assumo, contudo, que a dificuldade Hard me interessou bastante e com certeza vai atrair os órfãos de bons soulslike. No fim, a combinação de movimentação, variedade de armas, defesa e gerenciamento de Sha-Chi faz de Phantom Blade Zero um jogo que recompensa o domínio de suas mecânicas.
Quanto mais você aprende sobre Soul e seus equipamentos, mais satisfatórios se tornam os confrontos. Chefões dão o tom para o jogo
Se o combate comum já funciona bem, é nas batalhas contra os chefes que Phantom Blade Zero mostra boa parte da sua criatividade. Os adversários não se limitam a ter barras de vida maiores ou golpes mais fortes, porque cada confronto tem personalidade própria e pede uma abordagem diferente.
Um dos primeiros exemplos é o Carrasco, chefe que encerra o primeiro ato. A batalha funciona como um teste mais exigente de tudo o que você aprendeu até ali.
Os ataques pedem precisão nos desvios e nos parries, o que obriga a observar os movimentos do adversário antes de decidir como reagir. Phantom Blade Zero
Victor Bastos/TechTudo É um confronto desafiador, mas que não me pareceu impossível.
A dificuldade está em reconhecer os padrões e executar as respostas no momento certo. Quando a estratégia começa a funcionar, a luta vira uma sequência de ataques e defesas que reforça a proposta coreografada do jogo.
A recompensa também importa para a exploração. A arma obtida após a vitória permite voltar a áreas anteriores e acessar partes que antes estavam bloqueadas.
Derrotar o chefe, portanto, não é só superar um obstáculo da campanha, já que a conquista abre novas possibilidades para investigar os cenários. Outro exemplo marcante é o chefe bêbado, que traz uma luta bem diferente.
Durante o confronto, ele bebe e fortalece a espada com uma habilidade que permite atacar de uma distância considerável, como se controlasse a arma à distância. Phantom Blade Zero
Victor Bastos/TechTudo O mais legal é que essa característica passa a fazer parte do arsenal de Soul depois da vitória.
Poder incorporar ao próprio repertório habilidades que os chefes usaram contra você dá um significado especial às recompensas. Em vez de receber só um equipamento mais poderoso, você conquista uma nova maneira de lutar.
A batalha ainda reserva momentos de interação particularmente divertidos. Em determinado ataque, o chefe arremessa a espada contra Soul, que pode devolvê-la com as pernas se o comando for executado na hora certa.
É um exemplo de como o jogo combina precisão e espetáculo sem depender só de animações exibidas automaticamente. Esses dois confrontos mostram bem a variedade das batalhas.
Enquanto o Carrasco exige domínio dos fundamentos defensivos, o chefe bêbado aposta em mecânicas mais inusitadas e em uma personalidade que aparece diretamente na luta. Phantom Blade Zero
Victor Bastos/TechTudo O jogo também intercala chefes principais com inimigos mais simples, adversários que apresentam padrões inicialmente desconhecidos e mini-chefes que exigem paciência.
Alguns desses confrontos são necessários para avançar, enquanto outros funcionam como desafios extras durante a exploração. Derrotar esses inimigos pode render armas fantasmas, armas e habilidades associadas aos adversários enfrentados.
A recompensa ajuda a justificar o esforço e cria um ciclo interessante, em que você supera um desafio, amplia suas possibilidades de combate e usa os novos recursos para explorar mais ou enfrentar inimigos ainda mais difíceis. Exploração recompensa quem sai do caminho principal
Embora o combate seja o principal atrativo, reduzir Phantom Blade Zero a uma sucessão de lutas seria ignorar uma parte importante da experiência. A exploração ganha corpo conforme a aventura avança, com cenários bem diferentes entre si, missões secundárias e caminhos que só se abrem depois que você desbloqueia certas habilidades ou equipamentos.
O jogo tem uma estrutura mais linear e semiaberta do que a de um mundo aberto tradicional, e isso não atrapalha em nada. Pelo contrário, os ambientes são organizados de um jeito que incentiva a investigar os arredores e voltar a lugares já visitados quando você conquista novas ferramentas.
Phantom Blade Zero Victor Bastos/TechTudo
Essa dinâmica aparece com frequência. Em determinado momento, Soul encontra um caminho bloqueado ou uma área inacessível.
Mais adiante, ao derrotar um chefe e obter uma Ghost Weapon, você ganha a chance de voltar e descobrir o que tinha deixado para trás. A exploração, portanto, não é só um intervalo entre os combates.
Ela está ligada à progressão do personagem e à descoberta de novas possibilidades de jogo. As recompensas encontradas pelo caminho ajudam a ampliar o arsenal, desenvolver habilidades e entender melhor o universo da aventura.
Phantom Blade Zero Victor Bastos/TechTudo
As missões secundárias também contribuem para isso. Além de oferecerem atividades fora da história principal, elas complementam a construção do mundo e fazem você prestar atenção nos personagens e nos acontecimentos ao redor de Soul.
Outro detalhe interessante é a forma como o mapa é revelado. Em algumas áreas, a neblina e a falta de informação sobre o terreno dificultam identificar de cara qual é o caminho principal, e é comum acabar esbarrando em eventos e missões secundárias enquanto tenta entender o ambiente.
Os sinos espalhados pelos cenários ajudam a organizar essa experiência. Ao interagir com eles, Soul revela partes do mapa e ganha pontos de referência para seguir adiante.
Eles também funcionam como pontos de descanso e salvamento, permitem o deslocamento rápido e dão acesso a recursos de progressão e aprimoramento de equipamentos. Phantom Blade Zero
Divulgação/S-GAME Na prática, os sinos funcionam como uma espécie de bússola.
Eles ajudam a entender o tamanho do cenário e oferecem orientação sem entregar todos os segredos. Você mantém uma referência para avançar, mas continua com motivos para investigar o que existe fora do caminho mais óbvio.
Essa estrutura faz diferença porque evita que a campanha se resuma a caminhar e lutar repetidamente. A alternância entre combates, exploração, missões secundárias e progressão cria um ritmo mais variado e ajuda a manter o interesse pelos cenários.
Dá para seguir só pela história principal, mas isso significa deixar de lado uma parte relevante da experiência. Phantom Blade Zero funciona melhor quando você aceita sair da rota, investigar os ambientes e voltar a locais conhecidos com novas ferramentas.
História ganha força conforme a aventura avança A narrativa também se destaca.
A premissa acompanha Soul, um guerreiro acusado injustamente de assassinar seu mestre. Depois de ser salvo por uma curandeira, ele recebe apenas 66 dias de vida para descobrir a verdade por trás da conspiração que o envolve.
No começo, a história pode parecer uma trama simples de vingança e busca por respostas. Conforme a aventura avança, porém, a situação de Soul ganha implicações mais amplas, e os acontecimentos passam a despertar bem mais interesse.
Phantom Blade Zero Victor Bastos/TechTudo
A narrativa ajuda a dar contexto à exploração e aos confrontos. As missões secundárias ampliam a compreensão do universo, e os combates representam mais do que desafios isolados, já que fazem parte de uma jornada em que o protagonista tenta entender o que aconteceu e qual é o seu papel naquele cenário.
Esse equilíbrio é importante. Um jogo com combate tão elaborado poderia depender só da qualidade das lutas para se sustentar, mas a história oferece uma motivação a mais para continuar avançando, enquanto a exploração ajuda a aprofundar o contato com o mundo apresentado.
O resultado é uma relação de complementaridade entre os três pilares. O combate torna os confrontos divertidos e desafiadores, a exploração recompensa a curiosidade e amplia as possibilidades, e a narrativa dá contexto à jornada.
Um sistema fortalece o outro, e a experiência não depende de uma única qualidade. Phantom Blade Zero tem potencial para muitas horas de jogo
A variedade de armas, a progressão das habilidades e a identidade dos chefes também indicam um potencial elevado de rejogabilidade. Mesmo depois de conhecer os confrontos, você tem motivos para voltar e experimentar equipamentos diferentes, desenvolver outras combinações e descobrir novas maneiras de enfrentar os mesmos adversários.
A proposta ganha uma dimensão extra com o modo 66 Days, uma dificuldade desbloqueada depois de concluir a campanha em uma das dificuldades exigidas pelo jogo. Nesse modo, você precisa terminar a aventura dentro de um limite de 66 tentativas, e cada morte consome um dos dias disponíveis.
A regra transforma a campanha em um desafio de sobrevivência. Pela quantidade de vezes que já morri na minha experiência, e levando em conta que ainda estou mais ou menos na metade do jogo, o limite me parece bastante rigoroso.
É uma proposta que pode incentivar jogadores mais experientes a dominar os sistemas de combate e planejar melhor suas decisões. Ainda não experimentei uma campanha completa nesse modo, mas a combinação de um limite restrito de tentativas com a variedade de armas e habilidades dá uma razão clara para voltar ao jogo depois de terminar a aventura pela primeira vez.
Nesse sentido, Phantom Blade Zero parece interessado não só em entregar uma boa campanha, mas também em incentivar o domínio de suas mecânicas. Você pode voltar para enfrentar chefes em condições diferentes, testar outro arsenal e aprimorar a execução dos movimentos.
É uma perspectiva atraente para quem gosta de revisitar jogos de ação e descobrir novas possibilidades. Desempenho no PS5 Pro deixa a desejar com Ray Tracing
Apesar das qualidades, Phantom Blade Zero apresenta problemas técnicos que merecem atenção. No PS5 Pro, a combinação de qualidade gráfica máxima com Ray Tracing provoca quedas acentuadas na taxa de quadros por segundo.
Na minha experiência, a redução é severa e chega a comprometer bastante a fluidez durante a partida. O problema é ainda mais incômodo em um jogo que depende tanto da precisão dos comandos.
Desviar na hora certa, executar um parry e reagir aos ataques de um chefe são ações que exigem respostas consistentes. Quando a taxa de quadros cai de forma acentuada, a experiência perde parte da fluidez que torna o combate tão satisfatório.
A situação também é frustrante do ponto de vista visual. Phantom Blade Zero é um jogo tecnicamente impressionante, com cenários detalhados, personagens bem construídos e cenas cinematográficas que valorizam as expressões, a pele e os cabelos.
Na experiência com uma versão de PC no estúdio da S-GAME, deu para perceber o cuidado visual empregado na produção. No PS5 Pro, porém, o desempenho insatisfatório com as configurações máximas e o Ray Tracing ligado dificulta aproveitar essa qualidade sem prejudicar a jogabilidade.
Ao optar pelo modo de desempenho e desligar o Ray Tracing, a fluidez melhora muito, ainda que seja preciso abrir mão daquela combinação gráfica. Vale ressaltar que essa observação diz respeito à minha experiência no PS5 Pro com essas configurações específicas, e não permite concluir que todas as versões ou modos de exibição apresentam os mesmos problemas.
Ainda assim, a questão merece atenção, principalmente porque a fluidez é parte fundamental da proposta de combate. Localização em português brasileiro é bem-vinda, apesar de erros pontuais
Outro ponto positivo é a presença de localização em português brasileiro. Em um jogo com tantos diálogos, equipamentos e mecânicas próprias, oferecer uma versão no idioma ajuda a tornar a experiência mais acessível ao público brasileiro.
De modo geral, considero a localização bem-feita. Existem, porém, alguns erros pontuais que parecem indicar inconsistências na adaptação de certos termos.
Não anulam o mérito de disponibilizar o jogo em português, mas poderiam ser corrigidos em atualizações futuras. A iniciativa também mostra a ambição da S-GAME de levar Phantom Blade Zero a um público internacional.
A localização brasileira é um passo importante nesse sentido e ajuda a aproximar os jogadores do universo apresentado pela desenvolvedora. ⭐ Nota final:
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