Renan Santos nega mensagem subliminar pró-Lula após comprar cortinas vermelhas: 'Odeio o PT'; vídeo

Renan Santos nega mensagem subliminar pró-Lula após comprar cortinas vermelhas: 'Odeio o PT'; vídeo - Foto
Fonte da notícia: O Globo O Globo

Quarto colocado no primeiro turno das eleições presidenciais, com 2,24% dos votos válidos, Renan Santos rebateu questionamentos nas redes sociais de que teria manifestado — indiretamente — apoio a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. A "controvérsia" começou com a publicação, pelo candidato do Missão, de uma nova aquisição para a própria casa: cortinas vermelhas. Pelas redes sociais, Renan mostrou os novos tecidos pendurados para vedar a luz matinal que bate contra as janelas. Ele comentou que a ideia era viabilizar um pouco mais de sono. — Sabe que eu usava uma cortina só branca, para aí acordar 6 da manhã, 5 da manhã com a luz do sol? Às vezes você quer dormir um pouco mais e não consegue. Gosto da ideia — disse ele.

Na sequência, o candidato passou a receber comentários de que a cor das cortinas seria uma mensagem subliminar de apoio ao PT. Houve quem insinuasse que o gesto seria uma forma de indicar voto em Lula para que o espectro da direita não fosse totalmente ocupado pela direita e deixasse algum flanco aberto para o Missão, seu partido criado a partir do Movimento Brasil Livre (MBL) que só conseguiu eleger dois dos 483 nomes lançados nesta corrida eleitoral. Renan voltou às redes sociais para rechaçar qualquer visão nesse sentido. — Eu não acredito que o fato de eu estar falando da cortina... Tem gente achando que eu declarei voto no PT, cara — relatou. — Eu odeio o PT, eu jamais vou votar no Lula, tá bom? Para com isso. Isso aqui é só uma cortina. Eu só estou perguntando para vocês se acharam que ficou legal. Tá todo mundo doente. Após a apuração do primeiro turno, o presidenciável negou ter sido procurado por lideranças do PT ou do Centrão para uma possível aliança de segundo turno. Ele disse que vai evitar contatos desse tipo e mirar "prioridades", como a estruturação do partido e o lançamento de um novo álbum de rock. O político afirmou que não apoiaria Flávio Bolsonaro (PL) nem Lula no segundo turno, chamou ambos de "bandidos" e ressaltou que a militância “pode fazer o que quiser”.

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