Remo, ritmo, sal e o amanhecer
Quem frequenta a orla logo cedo, já deve ter visto: seis silhuetas deslizando sobre a água em sincronia numa embarcação longa, fina e estável. Estou falando da canoa havaiana (ou polinésia para fazer justiça à região onde surgiu), uma prática que mistura história milenar, trabalho em equipe e aquela limpeza de alma que só o mar proporciona. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
