Antoine de Massy foi visto saindo de boate cambaleando Resumo e áudio gerados por inteligência artificial a partir do texto desta matéria.
A morte de Antoine de Massy, membro da família real de Mônaco, achado morto no domingo (25) em um parque à beira-mar, tem gerado repercussão internacional. O jovem, de 29 anos, era filho do barão Christian de Massy e de Cécile Gelabale.
As buscas pelo Antoine começaram após a família não ter mais notícias do jovem. Uma fonte ouvida pelo jornal Le Parisien, o jovem foi visto saindo cambaleando após sair de uma boate no sábado (24) para domingo, acompanhado de um homem.
O procurador-geral de Mônaco, Stéphane Thibault, disse que a autópsia apontou como possível causa da morte uma queda de 13 metros do Boulevard du Larvotto para uma área localizada nos fundos de um edifício. A investigação avançou após a identificação de um homem que aparecia nas imagens analisadas.
O suspeito é um cidadão ucraniano, de 42 anos, que mora em Mônaco há cerda de três décadas. Ele foi indiciado por homicídio involuntário e omissão de socorro.
Na quarta-feira (28/10), a Justiça determinou a prisão provisória do homem, que contestou as acusações, segundo o Ministério Público do local. Posteriormente, ele não respondeu às perguntas do juiz.
As investigações seguem em andamento. Segundo Stéphane Thibault, o homem é “apenas um suspeito/testemunha de fatos cuja classificação ainda precisava ser determinada”.
Antoine nasceu em 1997 e era neto de da princesa Antoinette, irmã mais velha do príncipe Rainier III, pai de Albert II. Segundo informações do Le Parisien, o jovem era entusiasta de tênis e praticava a modalidade há três anos, por influência do pai.
Ele saiu de Mônaco e foi para os Estados Unidos, aos 11 anos, para conciliar aulas particulares com rotina intensa de treinos. Em 2012, para a Vogue Itália, o jovem falou sobre o sonho de se tornar jogador profissional.
Mas o sonho ficou pelo caminho, e Antoine de Massy cursou Relações Internacionais na Florida International University, em Miami, passando a atuar no setor de tecnologia. De volta em Mônaco, ele cofundou a Instant Tech, aplicativo criado para facilitar reservas, pagamentos e a conexão entre estabelecimentos do principado e seus clientes.
Camila Eloisa é jornalista em formação, integrante do Núcleo Nacional do ND Mais, e escreve sobre o que há de mais importante no Brasil e no mundo. Produz matérias de utilidade para o cotidiano dos leitores, envolvendo serviços, prazos, economia, política e segurança, unindo últimas notícias e informações qualificadas.
Estudante da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), trabalha na área desde 2021 e teve passagem por assessoria de comunicação e pela Rádio Udesc FM, onde foi locutora e repórter. Já participou da cobertura das enchentes em Santa Catarina, em 2023, e do podcast "Além das quatro linhas", premiado na Expojor (Exposição de Pesquisa e Produção Experimental em Jornalismo), da UFSC.
Também acumula experiência em produção executiva e montagem de documentários. Leia mais ▾
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