A política externa costuma ganhar atenção em campanhas presidenciais porque o chefe do Executivo representa o Brasil perante outros países e define as principais diretrizes diplomáticas. A Constituição atribui ao presidente a competência de manter relações com Estados estrangeiros e acreditar seus representantes diplomáticos.
O Ministério das Relações Exteriores, conhecido como Itamaraty, é o órgão responsável por executar a política externa, preparar negociações e representar o país por meio da rede de embaixadas e consulados. O ministro das Relações Exteriores é escolhido pelo presidente e pode ser substituído a qualquer momento, como ocorre com os demais ministros de Estado.
Flávio Bolsonaro (PL) afirmou durante a campanha que o irmão Eduardo Bolsonaro não será seu chanceler caso vença. Lula (PT), candidato à reeleição, defende no plano de governo maior protagonismo do Brasil em fóruns como G20, Brics e negociações climáticas.
Tratados e compromissos internacionais relevantes ainda podem depender de aprovação do Congresso, o que mantém o Legislativo dentro da política externa.
Jovem Pam