Quarto trimestre vai ser o mais forte do ano, diz Suzano

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Fonte da notícia: Valor Valor

A Suzano disse que o último trimestre deste ano deve apresentar seu desempenho financeiro mais forte de 2026. A empresa divulgou na quinta-feira (5) seu desempenho no terceiro trimestre, que mostrou crescimento de receita e desempenho operacional, influenciado pelo primeiro trimestre de operação da Arbex, joint-venture com a Kimberly-Clark, que passou a abrigar os ativos internacionais de papéis internacionais da americana.

Confira os resultados e indicadores da Suzano e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 “As prioridades da direção estão agora totalmente focadas em continuar a melhorar a nossa competitividade estrutural, expandir as nossas iniciativas de fibra a fibra, reduzir a dívida líquida e alavancagem”, disse, nesta sexta-feira (6), Beto Abreu, presidente da Suzano.

“O nosso quarto trimestre vai ser o mais forte de 2026, onde vamos capturar também o altamente visível ganho de eficiência com a chegada da Arbex”, acrescentou. Suzano tem lucro líquido de R$ 2 bilhões no 3º trimestre

Suzano vê demanda resiliente na Ásia e contribuição maior da Arbex No terceiro trimestre, a Suzano teve receita líquida de R$ 16,51 bilhões, alta de 36% na comparação anual.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 5,67 bilhões, avanço de 9% na mesma base de comparação, com margem de 34%. Cerca de R$ 694 milhões do Ebitda ajustado veio da Arbex.

O lucro líquido somou R$ 2,084 bilhões, alta de 6%. Em teleconferência com analistas que discutiram o resultado financeiro da empresa no terceiro trimestre, o executivo disse que o primeiro trimestre com a Arbex integrada veio em linha com o planejado pela empresa.

Abreu também disse que o desempenho operacional no trimestre foi impulsionado por um bom desempenho em volumes de celulose, vendas e preços, acompanhado de queda no custo caixa de produção na comparação com o trimestre imediatamente anterior, que saiu de R$ 843 por tonelada para R$ 825 por tonelada – mas na comparação anual esse custo subiu 3%.

“Tivemos uma queda no custo de caixa, apesar de um contexto geopolítico bastante desafiador, e uma alavancagem em dólar bastante estável ao incluir os últimos 12 meses de Ebitda pró-forma da Arbex”, disse Abreu. Beto Abreu, CEO da Suzano

Rogerio Vieira/Valor

Publicação Original Valor valor.globo.com
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