Qual o novo calendário do Bolsa família? Veja datas após governo antecipar benefício

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Fonte da notícia: O Globo O Globo

O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antecipou o calendário de pagamentos do Bolsa Família e todos os beneficiários irão receber os valores reajustados antes do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para o dia 25 deste mês. Os pagamentos serão concentrados em apenas três dias, todos nesta semana. Veja calendário abaixo.

Do salário mínimo ao Bolsa Família: Quais as propostas de Lula e Flávio Bolsonaro para abenefícios sociais e trabalho Fim da escala 6x1: Vai valer para todo mundo? Quando começa? Entenda O governo Lula aumentou o valor mínimo do benefício por família, que passou de R$ 600 para R$ 691. Pelo calendário original, os pagamentos seriam feitos desta segunda-feira até o dia 30, portanto, depois do segundo turno. Hoje, o governo resolveu antecipar os pagamentos. Como era o calendário do Bolsa Família? NIS de final 1: 19 de outubro NIS de final 2: 20 de outubro NIS de final 3: 21 de outubro NIS de final 4: 22 de outubro NIS de final 5: 23 de outubro NIS de final 6: 26 de outubro NIS de final 7: 27 de outubro NIS de final 8: 28 de outubro NIS de final 9: 29 de outubro NIS de final 0: 30 de outubro Como ficou o calendário do Bolsa Família? Os beneficiários com NIS terminado em 1 receberão os pagamentos nesta segunda-feira (19).

Na terça-feira (20), será a vez de quem tem NIS terminado em 2.

O calendário será unificado na quarta-feira (21), com o pagamento, na mesma data, aos beneficiários com NIS terminado em 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0. A medida valerá também para novembro e dezembro. Com a decisão, os beneficiários receberão o reajuste do Bolsa família antes da disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL), em 25 de outubro.

O governo justificou, em nota, que a medida é "preventiva para mitigar os efeitos do super El Niño sobre as famílias mais vulneráveis". Fim da escala 6x1: Como a medida vai alterar a rotina dos trabalhadores? Veja relatos O aumento de 15% no Bolsa Família foi anunciado em setembro, dentre o pacote de "bondades" preparado pela gestão petista às vésperas das eleições.

Como é o desenho do Bolsa Família O formato atual do Bolsa Família é formado por quatro benefícios. Primeiramente, é pago o auxílio de renda da cidadania a cada integrante da família. Caso os auxílios “individuais” somados não alcancem o piso por família, agora de R$ 691, há um complemento para chegar nesse patamar mínimo. Há ainda benefícios específicos para famílias que têm mulheres grávidas ou crianças pequenas, por exemplo. Confira os novos valores do Bolsa Família Benefício de Renda da Cidadania (pago por integrante da família): R$ 142 para R$ 164 Benefício Primeira Infância, pago para famílias beneficiárias com crianças de 0 a 7 anos incompletos (auxílio é pago por criança): R$ 150 para R$ 173 Benefício Variável Familiar, pago para famílias com gestantes, lactantes e crianças e adolescentes com idade entre 7 anos e 18 anos incompletos (auxílio pago por integrante): R$ 50 para R$ 58 Benefício Complementar: garante que a soma das parcelas recebidas pela família não fique abaixo de R$ 691. Quando o total calculado for inferior a esse valor, o complemento corresponde à diferença necessária para alcançar o piso. Quem pode receber o Bolsa Família? A principal regra para receber o benefício é ter renda mensal familiar de até R$ 218 por pessoa da casa. Para se enquadrar no programa, é preciso somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Caso o valor fique abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família. Por exemplo, se um integrante da família recebe um salário mínimo (R$ 1.621), e nessa família há oito pessoas, a renda de cada um é de R$ 202,62. Como está abaixo do limite de R$ 218, ela tem direito a ingressar no programa social.

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