Divulgada nesta quarta-feira, a nova pesquisa Quaest perguntou aos eleitores quais as características que eles consideram mais importantes para um presidente. Para 52%, é preferível um presidente que defenda menos impostos do que um focado em mais benefícios sociais (38%).
Pesquisa Quaest: Flávio tem 45%, e Lula marca 44%; distância diminui a quatro dias da eleição Quaest: 60% veem medidas anunciadas por Lula como 'eleitoreiras', o dobro dos que as classificam como 'necessárias' Os eleitores também foram questionados se preferiam um presidente com "força no Congresso" ou que "vai se contrapor à força" dele. Nesse caso, 78% optaram pela primeira opção, enquanto outros 12% ficaram com a segunda. Em outra pergunta, 67% responderam preferir um presidente "mais do diálogo". Outros 25% afirmaram, por sua vez, que preferem aquele que "faça cumprir a sua vontade". Outro questionamento da Quaest foi direcionado à oposição entre mudança e estabilidade. Nele, 59% dos eleitores responderam preferir um presidente que "propõe mudança". Outros 33% preferem aquele que "oferece estabilidade". Também foram feitas perguntas sobre política externa. Nesse caso, 41% responderam preferir que o país eleja um presidente com relação próxima aos Estados Unidos do que à China. Outros 30% afirmaram que a proximidade com o país asiático é mais importante.
A redução de gastos e contenção de despesas foi citada como preferível por 73% do eleitorado. Outros 20% defenderam a opção por um candidato que aumente gastos e investimentos públicos. A divisão entre aqueles que preferem um presidente que defenda "mais direitos para os trabalhadores'' ou "mais incentivos para empresas gerarem emprego" é mais equilibrada. Enquanto 46% optaram pela primeira opção, 43% escolheram a segunda.
O levantamento foi contratado pelo GLOBO e pela TV Globo. A Quaest ouviu 2154 pessoas entre os dias 17 e 20 de outubro. Registrado na Justiça Eleitoral com o protocolo BR-08535/2026, o levantamento tem margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O Globo