Para estabilizar a dívida pública com os juros reais atuais, o país precisará de um esforço fiscal de 4,5% do PIB, superando o corte promovido pelo governo argentino, avalia Fernando Honorato O post Próximo presidente do Brasil tem desafio que ‘nem Milei’ conseguiu fazer na Argentina, afirma economista do 3º maior banco brasileiro
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Próximo presidente do Brasil tem desafio que ‘nem Milei’ conseguiu fazer na Argentina, afirma economista do 3º maior banco brasileiro
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