Programa de renegociação de dívidas deve reduzir custo do crédito sem incentivar a inadimplência, considera economista

 

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Um programa de renegociação de dívidas pode ter impacto positivo ao ajudar famílias a reorganizarem suas finanças, especialmente ao permitir a migração de modalidades mais caras, como rotativo e cheque especial, para linhas mais baratas e sustentáveis, avalia Katherine Hennings, pesquisadora do FGV Ibre e analista da consultoria BRCG. Para ela, esse tipo de iniciativa também tende a aumentar a disposição dos bancos para renegociar, já que “é melhor recuperar alguma coisa do que nada”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.