O professor de Matemática Daniel Oliveira de Andrade com seus alunosreprodução / Resdes sociais A Polícia Civil investiga a morte do professor de Matemática Daniel Oliveira de Andrade, de 27 anos, baleado dentro de um na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), na altura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Na ocasião, Daniel morava em São Paulo e estava viajando para o Rio em virtude do feriado prolongado com dois amigos.
Além da data, segundo os relatos, o professor também agendou a viagem para comemorar a o mestrado em Educação Matemática pela Universidade de São Paulo (USP), concluído em outubro.No momento da ocorrência, Daniel estava dormindo no banco do passageiro no momento em que os disparos foram efetuados.
Depois de baleado ele chegou a ser levado ao Hospital Geral de Nova Iguaçu, mas deu chegou na unidade já sem vida.InvestigaçõesA investigação está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Informações preliminares apontam uma possível discussão de trânsito ter provocado o ataque.Em nota, a Polícia Civil informou que a perícia no local foi realizada e que outras diligências estão em andamento para esclarecer o caso.Já os familiares da vítima, apresentam uma versão diferente.
Segundo os parentes, o carro em que Daniel estava teria sido envolvido em uma situação com outro automóvel e um caminhão de carga. Eles suspeitam que os ocupantes do segundo veículo tentaram interceptar o caminhão e acabaram disparando contra o carro dos turistas.Conforme o relato da família, o outro automóvel teria piscado os faróis para pedir passagem.
Na sequência, teria ultrapassado o carro dos amigos de Daniel e se posicionado à frente de um caminhão, obrigando o veículo de carga a diminuir a velocidade.Quando o carro dos turistas conseguiu ultrapassar os veículos, os ocupantes do automóvel teriam emparelhado com eles e efetuado quatro disparos.Familiares cobram esclarecimentosFamiliares pedem esclarecimentos em campanha nas redes sociaisReprodução / Redes Sociais Após a morte, parentes e amigos utilizaram as redes sociais para prestar homenagens ao professor e cobrar respostas sobre as circunstâncias do crime.
Familiares também levantaram questionamentos sobre os procedimentos adotados após o ocorrido, incluindo a realização da perícia e o atendimento à vítima.O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Nova Iguaçu e após a liberação, foi sepultado na última segunda-feira (2), em São Paulo.
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