O príncipe Harry falou mais uma vez em uma entrevista para a revista GQ que gostaria de se 'reconciliar' com sua família. Ele disse que 'algumas pessoas não querem que dê certo', mas que ele 'quer'. 'Com tudo o que está acontecendo no mundo, o mais importante é a reconciliação - esse é o ponto crucial. As cicatrizes permanecem para sempre. Mas a sua percepção e a sua mentalidade em relação a esses acontecimentos, o desapego ao passado, é algo que eu encorajaria todos a fazerem'. Harry disse que se 'existem certas coisas do passado que ainda te afetam todos os dias, é mais difícil se desapegar delas'. 'Mas, para mim, já existe drama suficiente no mundo e drama suficiente na vida das pessoas para continuarmos lidando com problemas familiares'. Após a entrevista, um porta-voz de Harry afirmou que a declaração 'não teve absolutamente nenhuma intenção de ser uma crítica ao seu irmão ou a qualquer outro membro da família. O comentário foi feito em um contexto geral e não foi direcionado à sua família de forma alguma'. A relação do príncipe com a família real se deteriorou desde que Harry e Meghan anunciaram, em janeiro de 2020, a decisão de se afastarem dos seus papéis como membros seniores da Família Real e dividirem o seu tempo entre o Reino Unido e os Estados Unidos. Em março de 2021, numa entrevista com Oprah Winfrey, os Sussexes alegaram que um membro da realeza, cujo nome não foi divulgado, havia manifestado preocupação com a cor da pele do filho que esperavam. Em uma série documental da Netflix, Harry falou sobre o que descreveu como um 'enorme nível de preconceito inconsciente' dentro da Família Real. Harry e Meghan se surpreendem com carta do rei Charles afirmando que são 'cidadãos comuns' no Reino Unido, diz TV Rei Charles III durante agenda pública nos Estados Unidos. Roberto Schmidt / POOL / AFP O príncipe Harry e sua esposa Meghan ficaram 'surpresos' com uma nova carta do Rei Charles, esclarecendo seu status como membros não atuantes da Família Real. O Rei instruiu o Lorde Chamberlain a contatar departamentos governamentais e as forças armadas após pedidos de orientação feitos por Harry e Meghan depois de seu retorno ao Reino Unido no mês passado. A carta do assessor real Lord Benyon, cujo gabinete é responsável pela organização dos eventos cerimoniais e públicos do Rei, deixa claro que o Duque e a Duquesa de Sussex não usam os títulos de Alteza Real e que quaisquer questões de segurança operacional os envolvendo devem ser encaminhadas às autoridades policiais competentes. A informação foi divulgada pela rede de TV Sky News e confirmada por outros veículos, como a Reuters. Se imagina que eles não solicitaram o uso dos títulos de nobreza. Fontes próximas ao duque e à duquesa também consideraram ao veículo que o momento da carta é preocupante, visto que o Comitê Executivo do Ministério do Interior para a Proteção da Realeza e Figuras Públicas, responsável pelas decisões sobre a segurança financiada pelos contribuintes para VIPs, se reúne nesta terça (8). Harry e Meghan já expressaram anteriormente suas preocupações com relação à sua segurança no Reino Unido desde que deixaram de ser membros ativos da família real. O rei Charles III afirmou, nesta segunda-feira (7), que o príncipe Harry e sua esposa Meghan não devem ser considerados 'membros ativos da família real', mas sim cidadãos comuns que atuam a título particular desde o seu retorno ao Reino Unido. O filho mais novo do monarca britânico deixou o país e renunciou às suas obrigações como membro da realeza em 2020, devido a uma disputa na família real.
Príncipe Harry volta a defender que gostaria de se 'reconciliar' com a família real britânica
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